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Estudantes enfrentam queda de crédito após retomada de pagamentos de empréstimos estudantis

Mutuários de empréstimos estudantis enfrentam quedas drásticas no crédito após retomada de pagamentos. Entenda as consequências.

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Após quase quatro anos de pausa por causa da pandemia, os pagamentos de empréstimos estudantis federais foram retomados em outubro de 2023. Desde janeiro de 2025, os mutuários que estão com pagamentos atrasados começaram a ter suas dívidas reportadas às agências de crédito, o que causou quedas significativas nas pontuações de crédito. Muitos mutuários, como Kayla Quinones, de 26 anos, não estavam cientes de que precisavam fazer pagamentos e ficaram surpresos ao ver suas pontuações de crédito caírem drasticamente. Kayla, que não fez pagamentos desde que se formou em 2020, viu sua pontuação cair 137 pontos em março de 2025. Outro caso é o de Mervelline Aflata, de 29 anos, que parou de pagar seus empréstimos durante a pausa e, após perder o emprego, também teve sua conta marcada como inadimplente, resultando em uma queda de 154 pontos em seu crédito. Ambos os mutuários tentaram regularizar suas situações, mas enfrentaram dificuldades. Kayla conseguiu pagar sua dívida e se inscreveu em um plano de pagamento, enquanto Mervelline buscou ajuda para remover as marcações de inadimplência de seu relatório de crédito.

Após quase quatro anos de pausa devido à pandemia, os pagamentos de empréstimos estudantis federais foram retomados em outubro de 2023. Desde janeiro de 2025, mutuários com contas em atraso começaram a ter suas dívidas reportadas às agências de crédito, resultando em quedas significativas nas pontuações de crédito.

A retomada dos pagamentos trouxe dificuldades para muitos mutuários. Aqueles que não conseguiram realizar os pagamentos durante a pausa estavam isentos de algumas consequências, como a negativação de suas contas. Com o fim desse período de graça, os serviços de empréstimos começaram a reportar contas em atraso, impactando negativamente a pontuação de crédito de muitos.

Kayla Quinones, uma mutuária da Flórida, relatou uma queda de 137 pontos em sua pontuação de crédito após descobrir que não havia realizado os pagamentos de seu empréstimo estudantil. Ela não percebeu que as comunicações do Departamento de Educação eram convites para iniciar o pagamento. A situação a levou a regularizar sua conta e buscar um plano de pagamento.

Impacto financeiro

Mervelline Aflata, de Dallas, também enfrentou dificuldades. Após uma pausa nos pagamentos durante a pandemia, ela perdeu o emprego e, ao tentar retomar os pagamentos, viu sua conta marcada como inadimplente, resultando em uma queda de 154 pontos em seu crédito. Aflata reconheceu que poderia ter buscado ajuda de seu serviço de empréstimos para evitar a negativação.

Ambas as mutuárias exemplificam a confusão e os desafios enfrentados por muitos ao retomar os pagamentos. Quase 14% dos mutuários estavam com pelo menos um empréstimo 90 dias atrasado no primeiro trimestre de 2025, segundo um relatório do Federal Reserve de Nova York. A situação gerou um aumento na busca por soluções para regularizar as contas e restaurar as pontuações de crédito.

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