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Telefónica avalia aumentar participação na FiBrasil, operadora de fibra no Brasil

Telefónica avalia aumentar participação na FiBrasil, onde já possui 50%, em meio a reestruturação e foco em mercados estratégicos.

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A Telefónica está pensando em aumentar sua participação na FiBrasil, onde já possui 50%. A empresa espanhola, que controla a Vivo no Brasil, pode comprar a parte que pertence à Caisse de Depot et Placement du Quebec (CDPQ). No entanto, ainda não há uma decisão final sobre isso. A Telefónica tem se reestruturado e vendido partes de suas operações de fibra óptica desde 2019 para reduzir custos. O novo presidente, Marc Murtra, quer simplificar a estrutura da empresa, focando em quatro mercados principais: Brasil, Espanha, Reino Unido e Alemanha. A FiBrasil, criada em 2021, fornece serviços de fibra para operadoras menores e já atende 4,6 milhões de domicílios. O Brasil representa cerca de 25% das receitas da Telefónica.

O grupo Telefónica está avaliando a possibilidade de aumentar sua participação na FiBrasil, onde já possui 50%. A operadora espanhola, que controla a Vivo no Brasil, pode adquirir a parte da Caisse de Depot et Placement du Quebec (CDPQ), mas ainda não tomou uma decisão.

A informação foi confirmada por fontes que preferiram não ser identificadas, em razão da natureza confidencial das discussões. A Telefónica tem passado por uma reestruturação desde 2019, vendendo participações em unidades de fibra óptica para reduzir custos. O novo presidente executivo do conselho, Marc Murtra, que assumiu em janeiro, visa simplificar a estrutura da empresa, focando em quatro mercados principais: Brasil, Espanha, Reino Unido e Alemanha.

A FiBrasil, criada em 2021, tem como objetivo construir e operar redes de fibra no atacado em cidades brasileiras de médio porte. A unidade já alcançou 4,6 milhões de domicílios até 31 de dezembro e conta com a Telefónica Brasil como sua principal locatária. A CDPQ investiu R$ 1,8 bilhão no projeto, que quase triplicou o número de casas atendidas desde sua criação.

Atualmente, o Brasil representa cerca de 25% das receitas da Telefónica. A empresa mantém parte de sua participação na FiBrasil através de sua unidade Telefónica Infra e sua subsidiária Telefônica Brasil, que também opera sua própria rede de fibra. Até o momento, representantes da Telefónica e da CDPQ não comentaram sobre a possível transação.

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