Youssef Lahrech deixou o cargo de presidente e COO do Nubank e agora será consultor estratégico da empresa. David Vélez, fundador do Nubank, reassume a presidência. Lahrech, que estava na empresa desde 2020 e foi importante para a expansão do crédito, continuará no comitê de auditoria e riscos. A mudança ocorre após a nomeação de Roberto Campos Neto como vice-chairman e chefe de políticas públicas. O Nubank afirmou que essas alterações visam melhorar a eficiência e a agilidade da operação. A saída de Lahrech surpreendeu o mercado, especialmente porque ele havia participado recentemente de uma teleconferência de resultados. As ações do Nubank caíram após o anúncio, embora a empresa tenha visto um crescimento significativo no número de clientes na América Latina.
O Nubank anunciou a saída de Youssef Lahrech do cargo de presidente e diretor de operações, em um movimento que surpreendeu o mercado. Lahrech, que ocupou a posição desde 2020, agora atuará como consultor estratégico e observador no comitê de auditoria. A presidência será reassumida por David Vélez, fundador da fintech.
Lahrech, que ingressou no Nubank em 2020, foi fundamental na expansão da carteira de crédito da empresa. Sua saída ocorre após a nomeação de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, como vice-chairman e chefe global de políticas públicas. A mudança na alta gestão visa otimizar a eficiência e a velocidade das operações, segundo comunicado da empresa.
As ações do Nubank caíram 4,9% no after-market após o anúncio, embora ainda apresentem uma alta de 23% no ano. A saída de Lahrech levanta questões sobre a governança interna da fintech, que recentemente alcançou a marca de 100 milhões de clientes na América Latina. A empresa enfrenta desafios em um cenário de juros elevados e aumento da inadimplência.
Lahrech participou da teleconferência de resultados do primeiro trimestre há menos de duas semanas, quando o Nubank registrou um lucro líquido ajustado de US$ 606,5 milhões, um crescimento de 37% em relação ao ano anterior. A taxa de inadimplência acima de 90 dias atingiu 6,5%, um aumento em relação ao mesmo período do ano passado.
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