A Confederação Nacional das Seguradoras e a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida querem conversar com o governo sobre o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, que foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Esse aumento preocupa o setor, pois afeta planos de seguro de vida, como o VGBL, que ajudam no planejamento da aposentadoria. As entidades afirmam que essa mudança vai contra os esforços para promover a proteção financeira da população. Elas também destacam que o aumento da expectativa de vida traz desafios para o sistema de previdência pública e que é importante encontrar soluções que integrem seguros com cobertura para a aposentadoria.
A Confederação Nacional das Seguradoras e a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida anunciaram, nesta sexta-feira, a intenção de dialogar com o governo federal sobre o recente aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O aumento foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e gera preocupações no setor.
As entidades expressaram que o decreto 12.466, assinado pelo presidente Lula e por Haddad, impacta diretamente planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência, como o VGBL. Elas destacaram que a incidência de IOF em seguros voltados à proteção da população na aposentadoria contraria os esforços do mercado segurador em promover o planejamento previdenciário.
Em nota conjunta, a CNseg e a Fenaprevi ressaltaram que os desafios impostos pelo aumento da longevidade da população são significativos, especialmente para o sistema público de previdência. As entidades enfatizaram a necessidade de um esforço coletivo para integrar soluções viabilizadas pelos seguros com cobertura por sobrevivência, considerando a importância do planejamento a longo prazo.
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