Donald Trump, ex-presidente dos EUA, anunciou que não vai fazer um acordo comercial com a União Europeia agora. Ele falou sobre tarifas de 50% em produtos importados e criticou a lentidão das negociações, dizendo que a UE se aproveita dos EUA. Trump também disse que empresas que construírem fábricas nos EUA podem ter as tarifas suspensas. Ele mencionou uma possível tarifa de 25% sobre iPhones feitos fora dos EUA, que também poderia afetar a Samsung. Trump afirmou que a Apple ainda seria tarifada se fabricasse na Índia e destacou que, para vender nos EUA, as empresas precisam fabricar lá. Além disso, ele comentou sobre a Universidade de Harvard, dizendo que a instituição deve mudar suas práticas para receber apoio financeiro e ressaltou a importância de combater o antissemitismo nos EUA.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 23, que não planeja firmar um acordo comercial com a União Europeia (UE) no momento. Durante uma coletiva de imprensa, Trump destacou que as tarifas sobre produtos importados já estão em 50% e criticou a lentidão das negociações. Ele afirmou que a UE “tira vantagem” dos EUA em termos comerciais.
Trump também mencionou que empresas que decidirem construir fábricas nos EUA poderão ter as tarifas suspensas. “Sem tarifas para quem construir fábricas em nosso país”, declarou. O ex-presidente ressaltou que a UE está interessada em um acordo, mas que também utiliza processos legais contra empresas americanas como uma forma de pressão.
Além disso, Trump comentou sobre a possibilidade de uma tarifa de 25% sobre iPhones fabricados fora dos EUA, afirmando que essa taxa poderia se aplicar também à Samsung. Ele enfatizou que, se as empresas fabricarem seus produtos nos EUA, não enfrentarão tarifas.
Em relação ao CEO da Apple, Tim Cook, Trump afirmou que a empresa ainda seria tarifada se fabricasse na Índia, insistindo que “se eles estão vendendo seus produtos aqui, terão que fabricar aqui”. O ex-presidente também abordou a questão do financiamento à Universidade de Harvard, afirmando que a instituição precisaria mudar suas práticas para receber apoio financeiro, destacando a importância de combater o antissemitismo nos EUA.
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