A prévia da inflação de maio, chamada IPCA-15, será divulgada nesta terça-feira e deve mostrar uma variação entre 0,42% e 0,46%. Em abril, a inflação foi de 0,43%, com um total de 5,49% nos últimos 12 meses. As instituições financeiras estão atentas às expectativas de inflação, que continuam altas. A alta esperada é impulsionada principalmente pelos preços de energia elétrica e medicamentos. O Santander prevê um aumento de 0,42%, a SulAmérica Investimentos estima 0,45% e o Bradesco projeta 0,46%, destacando a pressão da bandeira tarifária amarela na energia elétrica. O economista Igor Cadilhac acredita que a inflação acumulada pode subir para 5,50%, com os preços administrados sendo os principais responsáveis. Ele também menciona uma desaceleração nos preços de alimentos, que devem ser beneficiados pela queda nos produtos in natura. A Warren projeta uma variação de 0,43%, com a expectativa de que os preços de alimentos no domicílio diminuam de 0,83% para 0,54%. No entanto, os preços das carnes devem subir, passando de uma deflação de 0,08% para 0,74%. O Boletim Focus mostra que o mercado manteve a projeção de inflação para este ano em 5,50%, com previsões estáveis para 2026 e 2027, e uma leve alta para 2028, que passou de 3,80% para 3,81%. A atenção permanece nos fatores que podem afetar a inflação, especialmente em relação aos preços administrados e variações nos setores de bens industriais.
A prévia da inflação de maio, o IPCA-15, será divulgada nesta terça-feira e deve apresentar uma variação entre 0,42% e 0,46%. O resultado de abril foi de 0,43%, com inflação acumulada de 5,49% em 12 meses. As instituições financeiras estão atentas às expectativas de inflação, que se mantêm em níveis elevados.
As projeções indicam que a alta deve ser impulsionada principalmente pelos preços administrados, como energia elétrica e medicamentos. O Santander prevê um aumento de 0,42%, enquanto a SulAmérica Investimentos estima 0,45%. O Bradesco, por sua vez, projeta uma elevação de 0,46%, destacando a pressão dos preços de energia elétrica, afetados pela bandeira tarifária amarela.
Expectativas e Pressões
O economista Igor Cadilhac, do PicPay, acredita que a inflação acumulada pode subir de 5,49% para 5,50%, com os preços administrados sendo os principais responsáveis. Ele também aponta uma desaceleração nos preços livres, especialmente nos alimentos, beneficiados pela queda nos preços dos produtos in natura. A deflação nas passagens aéreas deve ajudar a aliviar o grupo de serviços.
A Warren projeta uma variação de 0,43%, com a expectativa de que o grupo de alimentação no domicílio recuará de 0,83% para 0,54% em relação a abril. No entanto, o grupo de carnes deve apresentar uma alta, passando de uma deflação de 0,08% para 0,74%.
Cenário Geral
No Boletim Focus, o mercado manteve a projeção de inflação para este ano em 5,50% após cinco semanas de quedas. As previsões para 2026 e 2027 também permaneceram estáveis, enquanto a estimativa para 2028 teve uma leve elevação, passando de 3,80% para 3,81%. A atenção continua voltada para os fatores que podem impactar a inflação, especialmente em um cenário de preços administrados e variações nos setores de bens industriais.
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