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Inflação prévia de maio sobe a 0,36% com queda nos preços dos alimentos

IPCA-15 de maio desacelera para 0,36%, abaixo da previsão de 0,44%. Queda nos alimentos e transportes contrasta com alta na energia elétrica.

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O IPCA-15, que mede a inflação, registrou uma taxa de 0,36% em maio, abaixo da expectativa de 0,44%. Essa desaceleração é a terceira consecutiva e foi impulsionada pela queda nos preços de alimentos em casa e nos transportes, apesar do aumento na energia elétrica. Os preços de alimentos caíram de 1,29% em abril para 0,30% em maio, e as passagens aéreas tiveram uma queda de 11,18%. Por outro lado, a energia elétrica subiu 1,68% devido a mudanças na bandeira tarifária. No acumulado do ano, a inflação é de 2,80% e, em 12 meses, de 5,40%, ainda acima da meta do Conselho Monetário Nacional. Regionalmente, Goiânia teve a maior variação, com 0,79%, enquanto Curitiba teve a menor, com 0,18%. A tendência sugere que a inflação pode continuar a desacelerar nos próximos meses.

A prévia da inflação de maio, medida pelo IPCA-15, registrou 0,36%, apresentando uma desaceleração pela terceira vez consecutiva. O resultado, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, ficou abaixo da expectativa de 0,44% dos analistas. A queda foi impulsionada pela alimentação em domicílio e pelos transportes, apesar do aumento na energia elétrica.

A alimentação em domicílio teve uma desaceleração significativa, passando de 1,29% em abril para 0,30% em maio. O grupo de transportes foi o principal responsável pela redução do índice, com uma queda de 11,18% no preço das passagens aéreas. Em contrapartida, a energia elétrica residencial teve um aumento de 1,68%, influenciado pela mudança na bandeira tarifária.

No acumulado do ano, o IPCA-15 já soma 2,80%, enquanto a inflação em 12 meses é de 5,40%, ainda acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Em comparação, em maio de 2024, o índice havia registrado alta de 0,44%.

Influências nos Preços

A queda nos preços de alimentos foi notável, com itens como tomate, arroz e frutas apresentando reduções significativas. A alimentação fora do domicílio também desacelerou, com um aumento de 0,63%, abaixo dos 0,77% de abril. O setor de transportes, por sua vez, teve uma variação negativa de -0,29%, refletindo a diminuição nas tarifas de ônibus e passagens aéreas.

Regionalmente, Goiânia teve a maior variação, com 0,79%, impulsionada por aumentos no etanol e na gasolina. Em contraste, Curitiba apresentou o menor resultado, com 0,18%, devido à queda nos preços das passagens aéreas e das frutas. A combinação de fatores sugere que a inflação pode continuar a desacelerar nos próximos meses.

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