A taxa de informalidade no Brasil caiu para 37,9% no trimestre que terminou em abril, segundo dados do IBGE. Essa é a quinta menor taxa desde que a pesquisa começou em 2015. A redução é atribuída ao aumento da formalização no mercado de trabalho, e não mais aos efeitos da pandemia. A taxa caiu de 38,3% em janeiro para 37,9% em abril, enquanto no mesmo período do ano passado era de 38,7%. Durante a pandemia, muitos trabalhadores informais deixaram o mercado, o que fez com que a taxa caísse, mas agora a diminuição é resultado da melhora natural do emprego. O analista William Kratochwill acredita que a taxa pode continuar a cair nos próximos meses.
A taxa de informalidade no Brasil caiu para 37,9% no trimestre encerrado em abril, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o quinto menor índice desde o início da série histórica, em 2015. A redução é atribuída ao aumento da formalização no mercado de trabalho, conforme destacou o analista do IBGE, William Kratochwill.
A taxa de informalidade recuou de 38,3% no trimestre encerrado em janeiro para 37,9% em abril. Em comparação, no mesmo período de 2024, a taxa era de 38,7%. Durante a pandemia, muitos trabalhadores informais deixaram o mercado, o que levou a uma diminuição temporária dessa taxa. Kratochwill explicou que, na pandemia, o fechamento da economia fez com que muitos informais “desaparecessem”, resultando em uma taxa artificialmente baixa.
Perspectivas de Formalização
Kratochwill acredita que a taxa pode atingir um novo mínimo nos próximos meses, não mais devido aos efeitos da pandemia, mas sim pela evolução natural do mercado de trabalho. Desde o final de 2021, a tendência tem sido a redução do setor informal. O analista afirmou que, com o bom desempenho do mercado, é possível que a taxa de informalidade continue a cair.
A informalidade é um indicador importante, pois reflete a parcela de trabalhadores que atuam fora da regulamentação formal. A queda recente sugere um movimento positivo em direção à formalização, o que pode ter impactos significativos na economia brasileira.
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