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Azzas 2154 registra alta de 2,04% após recomendações de compra de bancos

Azzas 2154 (AZZA3) se destaca em alta de 2,04% enquanto o Ibovespa cai, impulsionada por recomendações de compra e novos preços-alvo.

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As ações da Azzas 2154 (AZZA3) estão subindo 2,04% nesta sexta-feira, enquanto o Ibovespa cai mais de 1%. Os papéis da varejista de moda estão sendo negociados a R$ 43,44. O UBS BB e o Itaú BBA recomendaram a compra das ações e aumentaram os preços-alvo. O UBS BB elevou o preço de R$ 37 para R$ 54, citando previsões melhores de lucro para 2025 e 2026. Os analistas destacaram que um controle de custos mais rigoroso e a eficiência devem ajudar a manter a rentabilidade. O Itaú BBA também reafirmou sua recomendação e aumentou o preço-alvo de R$ 47 para R$ 53, prevendo um crescimento de 25%. O banco acredita que os resultados do primeiro trimestre de 2025 ajudaram a recuperar a confiança dos investidores e que, apesar de um segundo trimestre mais desafiador, as margens devem continuar a crescer no segundo semestre.

As ações da Azzas 2154 (AZZA3) registram alta de 2,04% nesta sexta-feira (30), enquanto o Ibovespa apresenta queda superior a 1%. Às 12h33, os papéis da varejista de moda eram negociados a R$ 43,44. A valorização ocorre após as instituições UBS BB e Itaú BBA reafirmarem suas recomendações de compra.

O UBS BB elevou o preço-alvo de R$ 37 para R$ 54, destacando revisões positivas nas projeções de lucro para 2025 e 2026. Os analistas Vinicius Strano e equipe afirmam que “um controle de custos mais rigoroso e ganhos contínuos de eficiência devem continuar sustentando a rentabilidade”.

Recomendações do Itaú BBA

O Itaú BBA também reiterou a recomendação outperform para AZZA3, ajustando o preço-alvo de R$ 47 para R$ 53 por ação até o final de 2025, o que representa um potencial de valorização de 25%. O banco ressaltou que os resultados do primeiro trimestre de 2025 ajudaram a restaurar a confiança dos investidores na normalização da rentabilidade.

Apesar de reconhecer que o segundo trimestre de 2025 apresenta uma base de comparação mais desafiadora, o Itaú BBA projeta uma expansão contínua das margens. A expectativa é que os ajustes corporativos comecem a surtir efeito, especialmente no segundo semestre, quando a base de comparação se tornará mais favorável. O banco menciona um recuo de 2,7 pontos percentuais na margem do segundo semestre de 2024 como referência.

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