A carreira acadêmica envolve a produção de conhecimento após a graduação, permitindo que as pessoas atuem como professores ou pesquisadores. Para se tornar professor, é necessário ter uma pós-graduação, que pode ser lato sensu, como especializações e MBAs, ou stricto sensu, que inclui mestrado e doutorado. As universidades privadas costumam ter processos seletivos ou convites para contratação, enquanto nas públicas é necessário prestar concurso, com exigências específicas como ter um doutorado e publicações. Os salários variam bastante: em universidades federais, professores podem ganhar entre R$ 2.437,59 e R$ 22.377,72, dependendo do regime de trabalho e da posição. Na rede privada, a média salarial é estimada em R$ 8.250. Para quem deseja seguir essa carreira, é importante fazer networking e se envolver em projetos de pesquisa durante a graduação. Além disso, uma CEO compartilha que é essencial priorizar a saúde e não se limitar ao cargo, buscando sempre aprender e se desenvolver no ambiente de trabalho.
A newsletter FolhaCarreiras traz informações sobre como ingressar na carreira acadêmica, abordando as diferenças entre universidades públicas e privadas, requisitos para se tornar professor e os salários dos docentes. A edição destaca a importância da pós-graduação para quem deseja seguir essa trajetória.
Para atuar como professor no ensino superior, é necessário ter uma pós-graduação. Existem dois tipos: lato sensu, que inclui especializações e MBAs, e stricto sensu, que abrange mestrados e doutorados. A lei 9.394/1996 exige que a formação para o magistério superior seja em nível de pós-graduação, preferencialmente em programas de mestrado ou doutorado.
Como ingressar na carreira acadêmica
Os caminhos para se tornar professor variam entre universidades públicas e privadas. Na rede privada, a seleção pode ser feita por meio de processos seletivos ou convites. Já nas universidades públicas, é comum a exigência de concurso público para vagas efetivas, conforme a lei 12.772/2012. Professores substitutos podem ser contratados por processos simplificados.
Os salários dos docentes variam conforme a instituição e a carga horária. Em universidades federais, os professores recebem entre R$ 2.437,59 e R$ 22.377,72, dependendo do regime de trabalho. Na rede privada, a média salarial é estimada em R$ 8.250.
Dicas para iniciar a carreira
Professores destacam a importância do networking e do engajamento durante a graduação. Participar de programas de pesquisa e acompanhar projetos de professores pode aumentar as chances de sucesso na carreira acadêmica. A professora Tania Casado recomenda que os alunos se aproximem dos docentes para mostrar interesse e aprender na prática.
A CEO Fernanda Ribeiro também compartilha conselhos valiosos para jovens profissionais. Ela enfatiza a necessidade de priorizar a saúde e não se limitar a funções específicas. Para Ribeiro, o verdadeiro crescimento profissional vem da iniciativa e da disposição para resolver problemas, independentemente da posição ocupada.
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