A Eletrobras anunciou um novo Programa de Demissão Consensual Incentivada para funcionários que foram contratados antes da privatização em junho de 2022. Este programa não inclui aqueles que já participaram de programas de demissão anteriores. A adesão é permitida apenas para os trabalhadores que estão sob sindicatos que já aprovaram um novo Acordo Coletivo de Trabalho. O presidente da Eletrobras, Ivan Monteiro, havia afirmado que não haveria novos programas de demissão voluntária. Desde a privatização, a empresa tem buscado reduzir seu número de funcionários e renegociar acordos coletivos, o que gerou algumas controvérsias legais.
A Eletrobras anunciou, na noite de quinta-feira, 15, o lançamento de um Programa de Demissão Consensual Incentivada. Este programa é destinado a empregados que foram admitidos antes da privatização da empresa, ocorrida em junho de 2022. Estão excluídos os funcionários que já participaram de Programas de Demissão Voluntária (PDVs) anteriores.
O programa é aplicável apenas aos profissionais que fazem parte das bases sindicais que já aprovaram o novo Acordo Coletivo de Trabalho. A Eletrobras informou que a iniciativa visa facilitar a transição de carreira para os interessados em deixar a empresa.
Em março, durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre de 2023, o presidente da Eletrobras, Ivan Monteiro, havia afirmado que não se esperava o anúncio de novos PDVs. Desde a privatização, a empresa tem buscado reduzir seu quadro de funcionários e renegociar acordos coletivos, o que inclui cortes de benefícios e salários em algumas posições.
A Eletrobras, privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro, enfrenta desafios legais relacionados aos PDVs. A Justiça chegou a suspender temporariamente esses programas, mas posteriormente permitiu sua continuidade. A situação da empresa continua a gerar debates sobre seu status como entidade privada.
Entre na conversa da comunidade