O Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou a previsão de crescimento da economia brasileira para 2,3% este ano, subindo de 2,0% que era a estimativa anterior. O FMI elogiou a política de juros do Banco Central, que ajuda a controlar a inflação, e destacou a importância de melhorar a situação fiscal do país, embora acredite que mais ações sejam necessárias nessa área. Os economistas do FMI, liderados por Daniel Leigh, afirmaram que, quando a taxa de juros, atualmente em 14,75% ao ano, voltar a níveis normais, o Brasil pode crescer até 2,5% ao ano. Em abril, a previsão de crescimento foi reduzida devido a preocupações com a guerra comercial iniciada por Donald Trump, mas desde então, as expectativas melhoraram e a economia brasileira mostrou sinais de aquecimento no primeiro trimestre, com um crescimento de 1,4% em relação ao último trimestre de 2024.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou a projeção de crescimento econômico do Brasil para 2,3% em 2025, um aumento em relação aos 2,0% estimados em abril. O anúncio foi feito em um comunicado divulgado nesta terça-feira, 3 de junho.
O relatório preliminar elogia a política de juros do Banco Central (BC), que visa controlar a inflação ao esfriar a demanda. O FMI também reconhece os esforços do governo em melhorar a posição fiscal, mas ressalta que “mais passos são justificados” nessa área. A equipe de economistas, liderada por Daniel Leigh, acredita que, quando a taxa básica de juros, atualmente em 14,75% ao ano, retornar a níveis normais, o Brasil poderá sustentar um crescimento de 2,5% anualmente.
Em abril, o FMI havia reduzido a previsão de crescimento do Brasil devido a preocupações com a guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Naquela ocasião, a estimativa caiu de 2,2% para 2,0%. Apesar do cenário global desafiador, o Brasil se saiu relativamente bem, com o impacto da guerra comercial sendo menos severo em comparação a outros países, como EUA, México, Canadá e China.
Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que a economia brasileira cresceu 1,4% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao quarto trimestre de 2024, indicando um aquecimento econômico.
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