Quando entrei na empresa, o marketing enfrentava dificuldades para ser visto como importante na América Latina. Não havia orçamento nem um plano definido, e isso tornava tudo mais complicado. Depois de quase três anos, o marketing agora tem um papel ativo na estratégia da empresa, com um orçamento próprio e resultados que mostram seu valor. Essa mudança não aconteceu da noite para o dia; foi construída com consistência e boas relações, tanto internas quanto externas. Em empresas de serviços, as estruturas são complexas, com muitos líderes e áreas que dependem umas das outras. Para ganhar espaço, é preciso gerar confiança. O marketing pode ser uma ponte estratégica, ajudando a alinhar visões e amplificar resultados. Comecei fazendo o que era possível e, ao mostrar resultados, consegui fazer perguntas mais estratégicas. Primeiro, estabeleci um planejamento com metas claras e alinhei isso com as prioridades dos líderes. Depois, envolvi a equipe e entreguei resultados que justificaram o investimento. A base dessa transformação foram as relações de confiança com líderes e áreas técnicas, além de uma colaboração mais forte com o mercado. Para ter sucesso, conectei o trabalho do marketing aos objetivos da empresa, transformando números em histórias que geram engajamento. Também busquei entender as necessidades de cada parte da organização, promovendo um trabalho em equipe que trouxe valor tanto individual quanto coletivo. Essa visão ampla ajudou a identificar oportunidades e a oferecer soluções mais integradas, o que se traduziu em uma vantagem competitiva real.
A área de marketing de uma consultoria na América Latina passou por uma transformação significativa nos últimos três anos. Antes sem orçamento ou um plano estruturado, a equipe agora possui um papel ativo na estratégia da empresa, com orçamento próprio e resultados que justificam o investimento.
A responsável pela área, Isadora Reis, destacou que a mudança não foi rápida. Construída com consistência e visão, a nova abordagem enfatizou a importância de cultivar relações estratégicas dentro e fora da organização. Em um ambiente de serviços profissionais, onde as estruturas são complexas, a capacidade de influenciar diferentes camadas organizacionais foi crucial.
Reis começou a implementar um planejamento com metas claras, alinhando-as às prioridades das lideranças. Com isso, a equipe de marketing passou a trabalhar em colaboração, entregando resultados que demonstraram seu valor. A transformação consolidou a presença do marketing como uma inteligência de negócio, permitindo que a área se tornasse um ponto de conexão estratégica.
Relações e Conexões
A construção de relações de confiança com líderes e áreas técnicas foi fundamental. Reis enfatizou que, em estruturas matriciais, cada stakeholder possui metas e pressões diferentes. Compreender essas realidades e atender às necessidades de todos contribuiu para um trabalho mais integrado.
A abordagem de marketing também se concentrou em conectar a atuação da área com os objetivos reais da empresa. Ao traduzir métricas em histórias, a equipe conseguiu gerar engajamento e demonstrar como suas iniciativas impactaram positivamente a geração de leads.
A visão holística de Reis permitiu identificar oportunidades de cross-selling e up-selling, além de oferecer soluções mais coerentes ao mercado. Essa estratégia se traduziu em uma diferenciação competitiva real, destacando a importância do marketing na construção de uma reputação institucional sólida.
Entre na conversa da comunidade