O BNDES, o Banco do Brasil e a Petrobras têm um total de R$ 28,94 bilhões em lucros que podem ser enviados ao Tesouro Nacional para ajudar nas finanças do governo. O BNDES já planeja repassar R$ 15 bilhões e mais R$ 10 bilhões em dividendos, enquanto o governo discute alternativas com o Congresso para evitar o aumento do IOF. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir essas medidas. A pressão é maior sobre o BNDES, que é totalmente estatal. Os representantes de setores afetados pelas medidas do IOF acreditam que esses dividendos podem ajudar a resolver a falta de receitas. O BNDES já havia se comprometido com o repasse de R$ 15 bilhões e a previsão de mais R$ 10 bilhões praticamente esgota sua reserva acumulada. O valor total de dividendos esperados para este ano chega a R$ 43,4 bilhões. O BNDES informou que a reserva de lucros para dividendos é de 35% do lucro líquido ajustado e pode ser distribuída, respeitando certos limites e regras. O Banco do Brasil também explicou que sua reserva para dividendos não reflete necessariamente o valor que será distribuído, pois isso depende dos resultados trimestrais.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil (BB) e a Petrobras acumulam uma reserva de lucro de R$ 28,94 bilhões que pode ser repassada ao Tesouro Nacional como dividendos. O objetivo é reforçar o caixa da União e evitar a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A proposta foi apresentada a líderes da Câmara dos Deputados por representantes do setor privado.
Atualmente, o BNDES está em negociações para aumentar os dividendos, com um repasse já previsto de R$ 15 bilhões e mais R$ 10 bilhões. O presidente da Câmara, Hugo Motta, destacou que a pressão sobre o banco é crescente, e o governo está discutindo alternativas com o Congresso. O BNDES possui R$ 16,095 bilhões em reserva de equalização de dividendos, enquanto a Petrobras tem R$ 20,62 bilhões em lucros retidos, dos quais R$ 10,31 bilhões podem ser destinados à União. O BB conta com R$ 5,07 bilhões em sua reserva, podendo repassar R$ 2,57 bilhões.
A pressão sobre o BNDES é maior, uma vez que é um banco totalmente estatal. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir as propostas. O ministro já apresentou um conjunto de medidas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à cúpula do Congresso, que se reunirá com líderes partidários no próximo domingo.
Os representantes dos setores afetados pelas medidas de aperto no IOF argumentam que os dividendos poderiam resolver a falta de receitas sem a necessidade de aumentar o imposto. Embora haja confiança em um possível recuo do decreto do IOF, integrantes do governo não confirmam essa possibilidade, pois depende de acordos com o Congresso. O BNDES já se comprometeu com um repasse de R$ 15 bilhões e, segundo o último relatório do Orçamento, há previsão de mais R$ 10 bilhões em dividendos, totalizando R$ 43,4 bilhões em receitas para este ano.
Entre na conversa da comunidade