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Startups de beleza da Coreia do Sul expandem nos EUA apesar de tarifas elevadas

Startups de K-beauty aceleram expansão nos EUA, mesmo com tarifas em alta. Marcas como Tirtir e d'Alba buscam espaço em grandes varejistas.

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Startups de beleza da Coreia do Sul, conhecidas como K-beauty, estão se expandindo rapidamente nos Estados Unidos, mesmo com a possibilidade de aumento nas tarifas de importação. Marcas como Tirtir e d’Alba estão negociando com grandes varejistas, como Sephora e Ulta Beauty, para vender seus produtos nas lojas físicas. A popularidade da cultura coreana, incluindo K-pop e doramas, ajudou a aumentar o interesse por esses cosméticos, que são vistos como de boa qualidade e com preços mais acessíveis do que marcas de luxo. A Tirtir, por exemplo, ganhou destaque com uma base cushion para peles negras, que será vendida na Ulta Beauty. Apesar da pressão das tarifas, as empresas acreditam que podem manter preços competitivos. A Coreia do Sul se tornou a terceira maior exportadora de cosméticos do mundo, com um crescimento significativo nas vendas online. Marcas como Beauty of Joseon e Medicube tiveram um aumento de 71% nas vendas online nos últimos dois anos, impulsionadas por tendências nas redes sociais. A varejista Olive Young também planeja abrir uma loja em Los Angeles. A expansão é uma resposta à queda nas exportações para a China, que era um mercado importante para essas marcas.

Startups de beleza da Coreia do Sul aceleram expansão nos EUA

Startups de beleza da Coreia do Sul, conhecidas por seus produtos de K-beauty, estão acelerando sua expansão física nos Estados Unidos. Marcas como Tirtir e d’Alba estão negociando com grandes varejistas, mesmo com a previsão de aumento nas tarifas de importação. A demanda por K-beauty permanece forte, com crescimento significativo nas vendas online.

As marcas estão se preparando para ocupar prateleiras em lojas como Sephora, Ulta Beauty, Costco e Target ainda em 2025. Essa movimentação ocorre apesar da previsão de aumento das tarifas de importação, que atualmente estão em 10% e podem chegar a 25% em julho. An Byung-Jun, CEO da Tirtir, afirmou que a qualidade dos cosméticos e os preços acessíveis são fatores que mantêm a demanda aquecida.

A base de fãs da cultura coreana, incluindo K-pop e doramas, tem impulsionado o interesse por cosméticos coreanos. A Tirtir ganhou destaque nos EUA com sua base cushion desenvolvida para peles negras, que será vendida na Ulta Beauty. Apesar da pressão das tarifas, a empresa acredita que pode absorver parte dos custos e manter preços competitivos.

Crescimento no e-commerce

A Coreia do Sul se tornou a terceira maior exportadora de cosméticos do mundo em 2024, atrás apenas da França e dos Estados Unidos. No mercado americano, superou a França como principal fornecedor, impulsionada pelo comércio eletrônico. Marcas como Beauty of Joseon, Medicube e Biodance cresceram 71% em vendas online nos últimos dois anos, quase cinco vezes mais que o mercado geral de cosméticos.

O sucesso viral em plataformas como TikTok tem sido crucial. A especialista em marketing Odile Monod destacou que um único vídeo pode transformar um produto em um best-seller global rapidamente. Para manter esse ritmo, será necessário um crescimento no varejo físico.

A varejista Olive Young, maior rede de cosméticos da Coreia do Sul, planeja abrir sua primeira loja nos EUA, em Los Angeles, ainda em 2025. Essa expansão é uma resposta à queda nas exportações para a China, que era o principal mercado externo das marcas de K-beauty. Com margens elevadas, startups como a Anua atraem o interesse de investidores, com ações da d’Alba Global mais do que dobrando desde sua estreia na bolsa em maio.

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