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EUA e China reiniciam negociações em Londres sobre terras-raras e chips

EUA e China reiniciam negociações em Londres, buscando flexibilizar tarifas sobre minerais de terras-raras e tecnologia. Expectativas são altas.

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Os Estados Unidos e a China recomeçaram as negociações comerciais em Londres, focando em minerais de terras-raras e tecnologia. O encontro segue uma conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, que buscou diminuir as tensões comerciais. As discussões são uma continuação de um acordo feito em Genebra em maio, que tinha como objetivo reduzir tarifas, mas ambos os países alegaram que o outro não cumpriu o que foi combinado. Trump está otimista e espera que a reunião seja produtiva. A China anunciou que aprovou licenças temporárias para exportação de terras-raras, que são importantes para várias indústrias. O governo americano espera que, após o encontro, os controles de exportação sejam mais flexíveis. As ações nos EUA oscilaram, enquanto os investidores na China mostraram otimismo. As tensões comerciais aumentaram em 2023, com tarifas elevadas e retaliações. A delegação americana inclui figuras importantes, e a presença do secretário de Comércio sugere que Trump pode considerar reverter algumas restrições. Xi Jinping expressou esperança de que os EUA removam medidas negativas contra a China. Apesar do clima positivo, analistas alertam que não há pressa para reduzir tarifas, e a complexidade das questões pode dificultar resultados. A situação econômica da China, como a deflação e o desemprego, pode levar Xi a buscar um acordo duradouro. A expectativa é que as negociações em Londres possam melhorar as relações comerciais entre os dois países.

Estados Unidos e China reiniciaram as negociações comerciais em Londres nesta segunda-feira, 9, com foco em minerais de terras-raras e tecnologia. O encontro ocorre após uma conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, que buscou aliviar as tensões comerciais.

As discussões seguem um acordo feito em Genebra em maio, que visava reduzir tarifas que ultrapassaram 100%. No entanto, ambos os países alegaram que o outro não cumpriu o acordo. Trump expressou otimismo, afirmando que espera que a reunião em Londres “corra muito bem”. A China, por sua vez, anunciou a aprovação de licenças temporárias para exportação de terras-raras, essenciais para diversas indústrias.

Kevin Hassett, chefe do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, destacou que o governo americano espera que, após o encontro, os controles de exportação sejam flexibilizados e que as terras-raras voltem a fluir em volumes significativos. As ações americanas oscilaram, enquanto as chinesas em Hong Kong mostraram sinais de otimismo entre investidores.

Tensão nas Relações

As tensões comerciais aumentaram em 2023, com Trump elevando tarifas sobre produtos chineses, levando a retaliações de Pequim. O acordo de Genebra foi uma tentativa de distensão, mas as conversas subsequentes rapidamente se tornaram tensas. A China reagiu com descontentamento às restrições dos EUA sobre tecnologia avançada, como chips de inteligência artificial.

A delegação americana, composta por figuras-chave como Scott Bessent, secretário do Tesouro, e Howard Lutnick, secretário de Comércio, se reuniu com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng na Lancaster House. A inclusão de Lutnick sugere que Trump pode considerar reverter algumas restrições que afetam o crescimento da China.

Expectativas Futuras

Após a conversa entre os líderes, Xi Jinping expressou a esperança de que os EUA removam as medidas negativas contra a China. Embora o clima para as negociações seja positivo, analistas alertam que não há urgência em reduzir tarifas. A complexidade das questões em pauta pode dificultar a obtenção de resultados significativos.

Os problemas econômicos da China, como a deflação e o desemprego, podem motivar Xi a buscar um acordo duradouro. Um comentário da agência Xinhua criticou a abordagem dos EUA, afirmando que a segurança não deve ser o único critério nas relações econômicas. A expectativa é que as negociações em Londres possam abrir caminho para uma nova fase nas relações comerciais entre os dois países.

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