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Expectativas de recessão entre CEOs caem após susto de abril, aponta pesquisa

Expectativas de recessão entre CEOs despencam para menos de 30%, impulsionadas pela pausa nas tarifas e recuperação dos mercados financeiros.

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Após o anúncio de tarifas pelo presidente Donald Trump, muitos CEOs estavam preocupados com uma possível recessão, mas agora essa expectativa mudou. Recentemente, menos de 30% dos CEOs acreditam que haverá uma desaceleração econômica nos próximos seis meses, uma queda significativa em relação aos 62% que pensavam assim em abril. Uma pesquisa com mais de 270 CEOs mostrou que mais de 40% deles agora esperam crescimento econômico, quase o dobro dos 23% que tinham essa visão anteriormente. As preocupações diminuíram após a pausa nas tarifas, que inicialmente causaram instabilidade nos mercados financeiros. O governo dos EUA está em negociações comerciais com países como o Reino Unido e a China. Apesar de algumas preocupações ainda existirem, um levantamento do Federal Reserve de Nova York mostra que os consumidores estão menos preocupados com a inflação. O CEO da Home Depot comentou que as piores preocupações parecem ter passado, com os mercados se recuperando e as expectativas de recessão diminuindo.

Business leaders estão revisando suas expectativas de recessão para os Estados Unidos, que aumentaram após o anúncio de tarifas pelo presidente Donald Trump. Dados divulgados na segunda-feira mostram que menos de 30% dos CEOs preveem uma desaceleração econômica nos próximos seis meses, uma queda significativa em relação aos 62% que expressaram essa preocupação em abril.

A pesquisa da Chief Executive Group, realizada com mais de 270 CEOs na semana passada, revela que mais de 40% dos entrevistados agora esperam algum nível de crescimento econômico. Esse número quase dobrou em comparação aos 23% que previam crescimento em abril. Além disso, as expectativas de crescimento econômico estável aumentaram para acima de 30%, em comparação com 15% no mês anterior.

Mudanças nas Expectativas

As expectativas de recessão diminuíram após a pausa nas tarifas, que inicialmente causaram turbulência nos mercados financeiros. Trump havia anunciado tarifas amplas que geraram preocupações sobre o impacto no consumo, mas a suspensão dessas tarifas ajudou os mercados a se recuperarem. O governo dos EUA está atualmente negociando acordos comerciais, incluindo um com o Reino Unido e discussões com a China.

A preocupação com uma desaceleração econômica voltou a ser um tema recorrente nas chamadas de resultados das empresas. A palavra “recessão” foi mencionada em 150 chamadas de empresas listadas no S&P 500 até agora, o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Executivos, como Michael DeVeau, CFO da International Flavors & Fragrances, alertaram que mudanças nas políticas comerciais podem gerar volatilidade macroeconômica.

Sentimento do Consumidor

Apesar das preocupações, um levantamento do Federal Reserve de Nova York indica que os consumidores estão se tornando menos preocupados com a inflação, especialmente após a reversão de algumas das políticas comerciais mais severas de Trump. O CEO da Home Depot, Edward Decker, afirmou que as piores preocupações parecem ter passado, com os mercados de ações se recuperando e as expectativas de recessão diminuindo significativamente.

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