A Latache Capital solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um adiamento de 30 dias da assembleia geral extraordinária marcada para o dia 18, onde será votada a fusão entre Marfrig e BRF. A empresa, acionista minoritária da BRF, argumenta que há irregularidades na documentação apresentada. No pedido, a Latache aponta a insuficiência da documentação, […]
A Latache Capital solicitou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um adiamento de 30 dias da assembleia geral extraordinária marcada para o dia 18, onde será votada a fusão entre Marfrig e BRF. A empresa, acionista minoritária da BRF, argumenta que há irregularidades na documentação apresentada.
No pedido, a Latache aponta a insuficiência da documentação, ilegalidades na formulação da ordem do dia e a falta de independência dos membros de comitês que deveriam ser independentes. Além disso, menciona a participação dos controladores da Marfrig nas deliberações do conselho da BRF.
Os advogados da Latache afirmam que a fusão representa uma tentativa deliberada de transferir valor dos acionistas minoritários da BRF para os controladores da Marfrig. Eles destacam que a assembleia é o momento em que a Marfrig poderá exercer seu poder de controle, causando danos aos acionistas da BRF.
A Latache também levanta suspeitas de manipulação de preços das ações, citando a coincidência entre um período de silêncio no mercado e a definição da relação de troca entre as ações. Durante esse intervalo, as ações da BRF sofreram uma queda acentuada, enquanto os papéis da Marfrig se valorizaram, o que levanta preocupações sobre a equidade na operação.
Entre na conversa da comunidade