O INSS informou que 3,29 milhões de aposentados e pensionistas pediram reembolso por descontos indevidos em seus benefícios desde 14 de maio. Esse número representa 35% das 9 milhões de pessoas afetadas entre 2020 e 2025, totalizando R$ 5,9 bilhões em deduções. O governo criou um sistema de contestação pelo aplicativo Meu INSS e nas agências dos Correios, onde os segurados podem verificar quais associações fizeram os descontos e solicitar a devolução se não autorizaram. As associações têm 15 dias úteis para comprovar a autorização dos descontos e, se não conseguirem, devem devolver os valores ao governo, que fará o depósito nas contas dos beneficiários. O presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, destacou que alguns descontos foram feitos corretamente. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União estão investigando os descontos não autorizados, que podem totalizar R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. Muitos beneficiários não se associaram a entidades, mas tiveram descontos como se fossem membros. Após a operação, o governo suspendeu os acordos que permitiam esses descontos. Para verificar se houve desconto indevido, os aposentados devem usar o aplicativo Meu INSS e seguir as instruções disponíveis.
O INSS anunciou que 3.291.736 aposentados e pensionistas solicitaram reembolso por descontos indevidos em seus benefícios, desde o início do processo em 14 de maio. Esse número representa 35% dos 9 milhões de pessoas afetadas entre 2020 e 2025, totalizando R$ 5,9 bilhões em deduções.
O governo disponibilizou um sistema de contestação através do aplicativo Meu INSS e das agências dos Correios. Os segurados foram notificados sobre quais associações realizaram os descontos, permitindo que confirmem ou contestem o vínculo. Caso não tenham autorizado, podem solicitar a devolução dos valores. Inicialmente, o serviço estava disponível apenas digitalmente, mas a partir de segunda-feira, também poderá ser feito nos Correios.
As associações contestadas têm 15 dias úteis para apresentar documentos que comprovem a autorização dos descontos. Se não conseguirem, terão mais 15 dias úteis para devolver os valores ao governo, que, por sua vez, fará o depósito nas contas dos beneficiários. O presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, destacou que parte dos descontos foi realizada de forma correta.
Além disso, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União iniciaram uma operação em abril para investigar os descontos não autorizados. O total de valores descontados pode chegar a R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. As investigações revelaram que muitos beneficiários não se associaram a entidades, mas tiveram descontos como se fossem membros. Após a operação, o governo suspendeu todos os acordos que permitiam esses descontos.
Para verificar se houve desconto indevido, os aposentados devem acessar o aplicativo Meu INSS e seguir as instruções para consultar os descontos. A notificação sobre a situação dos benefícios também está disponível no aplicativo, que deve ser consultado por todos os beneficiários.
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