Na segunda-feira, o Ibovespa subiu 1,49%, alcançando mais de 139 mil pontos pela primeira vez desde abril, impulsionado pela alta das commodities e pela queda do petróleo, devido à redução das tensões no Oriente Médio. O índice fechou a 139.255 pontos, com dados econômicos positivos, como um leve aumento de 0,20% no IBC-Br e uma deflação de 0,97% no IGP-10. O dólar também caiu, fechando abaixo de R$5,50 pela primeira vez no ano. Os contratos do mini-índice subiram 1,93%, encerrando a sessão a 139.935 pontos, com um fluxo comprador forte em ações de commodities. Para manter a alta, é necessário um volume consistente que permita superar a resistência em 140.295/140.815. Se isso acontecer, os próximos alvos podem ser 141.170/141.740. No gráfico diário, o mini-índice está acima das médias de 9 e 21 períodos, indicando um possível fluxo comprador mais forte. A superação da faixa de 141.710/142.845 pode abrir espaço para novos avanços, enquanto uma queda abaixo de 134.510/133.500 indicaria um cenário negativo. O Índice de Força Relativa está em 58,37, mostrando uma situação neutra, e a análise de 60 minutos reforça a expectativa de alta, desde que a resistência em 140.310/140.830 seja rompida.
A segunda-feira (16) trouxe um clima de otimismo aos mercados globais, com o Ibovespa subindo 1,49% e superando a marca de 139 mil pontos pela primeira vez desde abril. O avanço foi impulsionado pela alta das commodities, especialmente o minério de ferro, e pela queda nos preços do petróleo, resultado da diminuição das tensões no Oriente Médio.
O índice encerrou o dia a 139.255 pontos, refletindo um ambiente mais favorável, apoiado por dados econômicos positivos, como a alta de 0,20% do IBC-Br em abril e uma deflação de 0,97% no IGP-10. O dólar comercial também seguiu a tendência de alta, recuando 0,98% e fechando abaixo de R$5,50 pela primeira vez no ano.
Expectativas para o Mini-Índice
Os contratos do mini-índice (WINM25), com vencimento em junho, apresentaram uma alta de 1,93%, encerrando a sessão a 139.935 pontos. O fluxo comprador em ações de commodities foi um dos principais responsáveis por esse desempenho, enquanto os traders se preparavam para a Super Quarta, que trará decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos.
A análise técnica indica que, para manter o viés de alta, será necessário um volume consistente que permita ao ativo superar a resistência em 140.295/140.815. Caso isso ocorra, os próximos alvos podem ser 141.170/141.740. Por outro lado, a perda do suporte em 139.600/139.455 poderá sinalizar um esgotamento da pressão compradora.
Cenário Técnico
No gráfico diário, o mini-índice se posicionou acima das médias de 9 e 21 períodos, formando um candle de ignição, que pode sinalizar o início de um fluxo comprador mais forte. A superação da faixa de 141.710/142.845 abriria espaço para novos avanços, enquanto uma pressão vendedora que leve o ativo abaixo de 134.510/133.500 indicaria um cenário mais negativo.
O Índice de Força Relativa (IFR) marca 58,37, indicando uma região neutra. A análise do gráfico de 60 minutos reforça o viés comprador, com a expectativa de continuidade do movimento altista, desde que a resistência em 140.310/140.830 seja rompida.
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