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Brasil registra 433 mil milionários em dólares e lidera na América Latina

Brasil deve transferir cerca de US$ 9 trilhões em riqueza nos próximos 25 anos, destacando sua desigualdade extrema de renda.

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No Brasil, há 433 mil milionários em dólar, segundo um relatório do UBS que analisa a distribuição de riqueza em 56 países e destaca a alta desigualdade de renda no país. O UBS prevê que haverá uma transferência global de riqueza de mais de 83 trilhões de dólares nos próximos 20 a 25 anos, com o Brasil em segundo lugar, estimando transferências de cerca de 9 trilhões de dólares, superando a China. A maior parte dessas transferências será entre gerações, totalizando mais de 74 trilhões de dólares, com os Estados Unidos liderando com mais de 29 trilhões. O Brasil, que tem uma grande população acima de 75 anos, também é apontado como o país com a maior concentração de riqueza no topo. O relatório ainda menciona que a riqueza global voltou a crescer após uma queda em 2022, com uma expansão de 4,6% prevista para 2024, impulsionada pela estabilidade econômica e valorização de ativos financeiros, especialmente nos Estados Unidos.

No Brasil, 433 mil pessoas são milionárias em dólar, conforme o relatório do UBS, que analisa a distribuição de riqueza em 56 países. O estudo destaca a desigualdade de renda no país, que é a mais alta do mundo, ao lado da Rússia.

O UBS prevê uma transferência global de riqueza superior a US$ 83 trilhões nos próximos 20 a 25 anos. O Brasil ocupa o segundo lugar nesse ranking, com transferências estimadas em cerca de US$ 9 trilhões, superando a China, que deve transferir mais de US$ 5,6 trilhões.

O relatório revela que a maior parte das transferências será vertical, entre gerações, totalizando mais de US$ 74 trilhões. Os Estados Unidos lideram com mais de US$ 29 trilhões, seguidos pelo Brasil. A grande população com mais de 75 anos no país é um dos fatores que impulsionam essa projeção.

Além disso, o estudo mapeou a disparidade de renda e apontou que o Brasil é o país com a maior concentração de riqueza no topo da pirâmide. O Índice de Gini, que mede a desigualdade, mostra que o Brasil e a Rússia são as economias menos igualitárias.

O relatório do UBS também destaca que, globalmente, a riqueza voltou a crescer após uma retração em 2022, com uma expansão de 4,6% em 2024. Esse crescimento é impulsionado pela estabilidade econômica e valorização de ativos financeiros, especialmente nos Estados Unidos.

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