O Ministério do Turismo visitou Praia Grande (SC) 15 dias antes de um acidente com balões que deixou oito mortos. A visita, feita em 6 de junho, tinha como objetivo discutir a regulamentação do balonismo turístico, que atualmente não possui normas específicas no Brasil, já que a Anac só regula o balonismo profissional e desportivo. A falta de regras levanta preocupações sobre a segurança, e a secretária de Políticas de Turismo, Cristiane Sampaio, destacou a necessidade de diretrizes para a operação de balões turísticos. O secretário de Turismo de Praia Grande, Henrique Maciel, afirmou que o balonismo é crucial para a economia local, com cerca de 50 mil voos realizados desde 2017. Após o acidente, que ocorreu durante um passeio com 21 passageiros, a prática foi suspensa. O piloto percebeu um cheiro de queimado logo após a decolagem, mas não conseguiu evitar o incêndio. O governo federal agora quer criar normas para garantir a segurança e ajudar o turismo na região.
O Ministério do Turismo esteve em Praia Grande (SC) 15 dias antes de um trágico acidente com balões que resultou na morte de oito pessoas. A visita, realizada em 6 de junho, tinha como objetivo discutir a regulamentação do balonismo turístico, uma atividade sem normas específicas no Brasil. Atualmente, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula apenas o balonismo profissional e desportivo.
A falta de regulamentação tem gerado preocupações sobre a segurança dos voos. Cristiane Sampaio, secretária de Políticas de Turismo, afirmou que é necessário estabelecer diretrizes específicas para a operação de balões turísticos. As empresas que oferecem esses passeios operam sem normas, e não há habilitação técnica para os pilotos, o que aumenta os riscos. A Anac destacou que a responsabilidade pela segurança recai sobre os praticantes.
O secretário de Turismo de Praia Grande, Henrique Maciel, ressaltou a importância do balonismo para a economia local, considerando-o a “grande engrenagem” da cidade. Desde 2017, a cidade realiza passeios de balão e já contabiliza cerca de 50 mil voos. Maciel afirmou que a regulamentação é uma demanda antiga e que o município tem buscado apoio do Sebrae e da Anac para profissionalizar a atividade.
Após o acidente, que ocorreu durante um passeio com 21 passageiros, a prática foi suspensa. O piloto relatou ter percebido um cheiro de queimado logo após a decolagem, mas não conseguiu evitar o incêndio. O governo federal agora prioriza a criação de normas para garantir a segurança e fomentar o turismo, em resposta a essa tragédia que abalou a região.
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