O Brasil está se preparando para um inverno rigoroso, com temperaturas negativas previstas no Sul, especialmente no Paraná, onde a geada é comum. O termo “geada negra” está em alta, com temperaturas podendo chegar a -5ºC. Esse fenômeno é perigoso porque não deixa cristais de gelo visíveis, mas causa danos invisíveis às plantas, queimando seus tecidos. A geada negra é mais comum em áreas altas, em noites claras e sem vento, e pode afetar culturas como café, cana-de-açúcar, hortaliças e frutas. Em 2021, uma geada negra causou grandes perdas para os cafeicultores do sul de Minas Gerais e do Paraná, impactando até os preços do café no mercado internacional. Os agricultores estão se preparando para enfrentar os efeitos desse fenômeno nas próximas semanas.
O Brasil se prepara para enfrentar um inverno rigoroso, com previsões de temperaturas negativas em várias regiões do Sul, especialmente no Paraná. O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Estado alertou sobre a possibilidade de geada negra, um fenômeno que pode causar danos severos às plantações.
As temperaturas no Paraná podem atingir -5ºC, especialmente nas áreas central e sul do estado. A geada negra, que se tornou um dos termos mais buscados no Google, é diferente da geada comum, pois não apresenta cristais de gelo visíveis. Este fenômeno ocorre quando massas de ar frio e seco invadem a região, resultando em queimaduras nos tecidos vegetais, que escurecem como se tivessem sido carbonizados.
Impactos nas Culturas
Especialistas destacam que a geada negra é mais frequente em áreas de relevo elevado, especialmente em noites com céu limpo e vento calmo. Essas condições favorecem a perda de calor do solo, aumentando o risco de danos às plantações. Culturas como café, cana-de-açúcar, hortaliças e frutas são particularmente vulneráveis a esse fenômeno.
Em 2021, uma onda de geada negra causou perdas significativas aos cafeicultores do sul de Minas Gerais e do Paraná, afetando até mesmo os preços internacionais do café. Os impactos econômicos podem ser severos, e a expectativa é de que os agricultores se preparem para mitigar os efeitos desse fenômeno nas próximas semanas.
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