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CEOs disruptivos adotam inteligência coletiva e transformam estruturas hierárquicas

Empresas enfrentam crises de gestão e buscam novas abordagens para se manterem relevantes no mercado dinâmico atual.

Gestão do futuro: empresas como Netflix e Tesla adotam decisões descentralizadas e adaptáveis. (Foto: Klaus Vedfelt/Getty Images)
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Nos últimos anos, empresas como Disney, Microsoft e Shell enfrentaram grandes desafios em suas gestões, levando a mudanças importantes em suas estruturas. Um estudo da McKinsey mostra que 85% dos líderes globais acreditam que suas formas de gestão não estão prontas para os desafios que virão. A Disney demitiu seu CEO após dois anos, a Microsoft colocou um especialista em inteligência artificial em seu conselho e a Shell criou um novo grupo para se preparar para crises. Essas ações mostram que a gestão tradicional não funciona mais. Empresas como Netflix, Tesla e Nubank têm tomado decisões mais rápidas e distribuídas, o que as torna 40% mais ágeis. A Netflix, por exemplo, conseguiu mudar de DVDs para streaming usando dados coletivos, enquanto a Blockbuster falhou por não se adaptar. Empresas que não mudam seus planos estratégicos correm o risco de desaparecer, como aconteceu com a Nokia, que não viu a chegada dos smartphones. Em contraste, a Amazon se diversificou e cresceu. A Adidas também se reinventou ao incluir jovens em seu conselho, aumentando suas vendas online em 34%. Para se adaptar, as empresas devem criar conselhos jovens, abandonar indicadores tradicionais e incluir pessoas de fora nas reuniões estratégicas.

Nos últimos anos, empresas como Disney, Microsoft e Shell enfrentaram desafios significativos em suas gestões, resultando em mudanças estruturais e estratégicas. Um estudo da consultoria McKinsey revela que 85% dos líderes globais reconhecem que suas estruturas de gestão não estão preparadas para os desafios da próxima década.

A Disney demitiu seu CEO após apenas dois anos, enquanto a Microsoft promoveu um líder de inteligência artificial para seu conselho executivo. A Shell, por sua vez, criou um ‘C-suite de cenários futuros’ para se antecipar a crises. Essas mudanças refletem uma nova realidade: a gestão tradicional está ultrapassada.

A análise de empresas inovadoras como Netflix, Tesla e Nubank mostra que decisões mais ágeis e distribuídas são essenciais. Um estudo da Harvard Business Review aponta que organizações com decisões descentralizadas são 40% mais ágeis do que aquelas que dependem de um único líder. A Netflix, por exemplo, migrou do DVD para o streaming com base em dados coletivos, evitando o erro que levou a Blockbuster à falência.

A Necessidade de Adaptação

Empresas que mantêm planos estratégicos rígidos correm o risco de se tornarem obsoletas. A Nokia, que dominava o mercado de celulares, falhou ao ignorar a ascensão dos smartphones, perdendo sua liderança. Em contraste, a Amazon, que começou como uma livraria online, diversificou seus negócios com a AWS e outras aquisições, adaptando-se rapidamente às mudanças do mercado.

A Adidas também se reinventou ao incluir jovens em seu conselho, resultando em um aumento de 34% nas vendas online entre 2018 e 2020. Essa mudança permitiu à empresa conectar-se melhor com novas gerações e inovar em suas campanhas.

Propostas para a Nova Gestão

Para se adaptar a esse novo cenário, as empresas devem considerar algumas práticas:

1. Criar um conselho jovem sombra para avaliar decisões.

2. Abandonar KPIs tradicionais em favor de indicadores de adaptação.

3. Convidar outsiders para reuniões estratégicas, dando-lhes poder de veto.

A pergunta que se impõe é: sua empresa está preparada para liderar a mudança ou será uma vítima dela?

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