O dólar comercial caiu 0,27%, fechando a R$ 5,483, o menor valor em quase nove meses. Essa queda é influenciada pela expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos, onde a inflação está próxima da meta de 2% ao ano. Além disso, o Congresso brasileiro revogou o aumento do IOF, o que diminuiu as preocupações sobre a arrecadação do governo. Com isso, o dólar teve uma queda acumulada de 1% em relação ao real na semana. O índice PCE, que mede gastos pessoais, também mostrou resultados que reforçam a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve. No mercado de ações, o Ibovespa teve uma leve queda de 0,18%, fechando aos 136.865 pontos, com as ações da Ambev caindo 1,28%. No entanto, a situação no Oriente Médio trouxe um alívio aos investidores. A revogação do aumento do IOF foi vista como um sinal de que o governo pode estar mais focado em cortar despesas. Além disso, promessas da China para aumentar o consumo doméstico ajudaram a elevar o preço do minério de ferro, fazendo com que as ações da Vale subissem 3,01%.
O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,27%, cotado a R$ 5,483, o menor valor em quase nove meses. Essa desvalorização é impulsionada pela expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos, com a inflação americana se aproximando da meta de 2% ao ano.
O Congresso brasileiro também contribuiu para essa tendência ao revogar o aumento do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) para transações de câmbio, aliviando preocupações sobre a arrecadação do governo. Com isso, o dólar acumulou uma queda de 1% em relação ao real na semana.
A divulgação do índice PCE (gastos pessoais) hoje, que registrou 0,1% em maio e 2,3% em 12 meses, reforçou a expectativa de que o Federal Reserve possa iniciar cortes de juros. A diminuição das taxas de juros nos EUA geralmente resulta em um enfraquecimento do dólar, levando investidores a buscar melhores retornos em mercados emergentes, como o Brasil.
Impacto no Mercado
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, apresentou uma leve queda de 0,18%, fechando aos 136.865 pontos. As ações da Ambev foram as mais negociadas, com uma perda de 1,28%. No entanto, a situação no Oriente Médio, com um cessar-fogo, trouxe alívio aos investidores, permitindo que os mercados de renda variável recuperassem parte do ritmo.
Na quarta-feira, o Congresso revogou o aumento do IOF, que havia sido implementado entre maio e junho, o que gerou apreensão no mercado sobre a estratégia do governo para equilibrar as contas. A decisão foi vista como um sinal de que a administração federal pode estar mais focada em cortes de despesas do que em aumentar a arrecadação.
Além disso, promessas de autoridades chinesas para impulsionar o consumo doméstico resultaram em uma alta no preço do minério de ferro, fazendo com que as ações da Vale subissem 3,01%, destacando-se no cenário da semana.
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