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IGP-M registra queda de 1,67% em junho com influência das safras agrícolas

IGP-M registra queda de 1,67% em junho, impulsionado pela deflação nos preços de alimentos e aumento nos custos da construção civil.

Plantação de feijão em Capão Bonito, interior de SP (Foto: Divulgação)
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Em junho, o IGP-M caiu 1,67%, aprofundando a deflação que já havia começado em maio, quando teve uma queda de 0,49%. No acumulado do ano, a baixa é de 0,94%, enquanto nos últimos 12 meses, o índice subiu 4,39%. Essa queda na inflação é impulsionada pela maior oferta de alimentos, devido ao aumento das safras. O IPA, que faz parte do IGP-M, teve uma redução de 2,53%, com preços de 21 dos 27 itens agropecuários caindo. O IPC também desacelerou, subindo apenas 0,22% em junho, após uma alta de 0,37% em maio. A alimentação em domicílio foi um dos principais fatores dessa desaceleração, passando de 0,46% para -0,19%. Por outro lado, o INCC aumentou para 0,96% em junho, com os custos de mão de obra subindo de 0,72% para 2,12%. Esses dados mostram uma tendência de queda nos preços, especialmente em alimentos, o que pode ajudar os consumidores.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou uma queda de 1,67% em junho, acentuando a deflação observada em maio, quando a redução foi de 0,49%. Com isso, o índice acumula uma baixa de 0,94% no ano e uma alta de 4,39% nos últimos 12 meses, conforme dados do FGV Ibre.

A desaceleração da inflação é impulsionada pela maior oferta de alimentos, resultado do avanço das safras. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que compõe o IGP-M, caiu 2,53%, refletindo a redução nos preços de 21 dos 27 itens do grupo agropecuário, segundo Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) também apresentou desaceleração, subindo apenas 0,22% em junho, após uma alta de 0,37% em maio. A alimentação em domicílio, que passou de 0,46% para -0,19%, foi um dos principais fatores para essa queda. Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC mostraram recuos nas taxas de variação.

Desempenho do Setor

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por outro lado, acelerou para 0,96% em junho, após uma variação de 0,26% no mês anterior. Essa alta foi impulsionada principalmente pela mão de obra, que teve um aumento significativo nos custos, passando de 0,72% para 2,12%.

Os dados recentes indicam uma tendência de queda nos preços, especialmente em alimentos, o que pode impactar positivamente o poder de compra dos consumidores. A expectativa é que essa desaceleração continue, refletindo um cenário mais favorável para a economia.

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