- Uma pesquisa revelou que 93% dos moradores de São Paulo aprovam a Lei Cidade Limpa, que regula a publicidade na cidade desde 2006.
- O estudo foi realizado pelo instituto Offerwise em parceria com a Eletromidia e a JCDecaux.
- A lei é considerada importante para a economia, organização urbana e melhoria da paisagem da cidade.
- Desde sua implementação, o setor de mídia exterior cresceu, atraindo investimentos e aumentando a arrecadação municipal.
- A legislação é vista como um exemplo para outras cidades da América Latina que buscam melhorar a harmonia urbana.
93% dos moradores de São Paulo aprovam a Lei Cidade Limpa, que regulamenta a publicidade na cidade desde 2006. A pesquisa, realizada pelo instituto Offerwise em parceria com Eletromidia e JCDecaux, destaca a importância da legislação para a economia e a organização urbana.
A Lei Cidade Limpa, que completou quase duas décadas, transformou a comunicação visual na capital paulista. Os dados mostram que a percepção de melhorias abrange não apenas a estética, mas também o comércio e a geração de empregos. O setor de mídia exterior cresceu significativamente desde a implementação da lei, atraindo investimentos e aumentando a arrecadação municipal.
A pesquisa revelou que a organização do espaço urbano impactou positivamente o desenvolvimento de terminais rodoviários, estações de metrô e ônibus, além de edifícios comerciais e residenciais. Ana Célia Biondi, CEO da JCDecaux, afirmou que a lei é uma conquista dos paulistanos e um exemplo para outras cidades que buscam harmonia na paisagem urbana.
Alexandre Guerrero, CEO da Eletromidia, reforçou que a pesquisa confirma a percepção de que a Lei Cidade Limpa é um legado positivo. A legislação permitiu a profissionalização do setor de out-of-home (OOH), contribuindo para um ambiente urbano mais estruturado e inteligente.
Desde sua criação, a lei restringiu outdoors e regulamentou anúncios em espaços públicos, promovendo uma reconfiguração completa da publicidade nas ruas. O modelo brasileiro, impulsionado pela Lei Cidade Limpa, é estudado como referência por outras cidades da América Latina. A pesquisa ouviu moradores de São Paulo com 18 anos ou mais, abrangendo diversas classes sociais, conforme critérios do IBGE.
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