- O setor de apostas esportivas nos Estados Unidos enfrenta uma nova proposta de imposto que limita a dedução de perdas a 90%.
- Atualmente, os apostadores podem deduzir 100% de suas perdas.
- A mudança pode desestimular apostadores recreativos, mas Jim Cramer, analista da CNBC, acredita que não afetará significativamente empresas como DraftKings e Flutter.
- Cramer destacou que a maioria dos apostadores tende a perder dinheiro, o que minimiza o impacto da nova regra.
- Legisladores de Las Vegas já apresentaram um projeto de lei para restaurar a dedução total das perdas, com apoio da DraftKings.
O setor de apostas esportivas nos Estados Unidos enfrenta uma nova proposta de imposto que pode impactar significativamente os apostadores. A legislação atual permite que os apostadores deduzam 100% de suas perdas, mas a nova medida limita essa dedução a 90%. Isso significa que, em caso de empate entre ganhos e perdas, os apostadores terão que pagar impostos sobre uma parte de seus ganhos.
Jim Cramer, analista da CNBC, comentou sobre a proposta, afirmando que não acredita que a mudança afetará negativamente empresas como DraftKings e Flutter, que dominam o mercado. Cramer destacou que a maioria dos apostadores em plataformas como essas tende a perder dinheiro, o que minimiza o impacto da nova regra. Ele acredita que a proposta pode desestimular apostadores recreativos, especialmente aqueles que costumam ganhar.
Além disso, Cramer mencionou que existe uma possibilidade de que a nova legislação seja revertida. Recentemente, legisladores de Las Vegas apresentaram um projeto de lei que visa restaurar a dedução total das perdas. A empresa DraftKings expressou apoio à iniciativa, destacando seu compromisso em trabalhar com os legisladores para garantir um tratamento fiscal justo para seus clientes.
O analista também ressaltou que, independentemente das mudanças fiscais, DraftKings e Flutter têm perspectivas de crescimento robustas. Com a legalização das apostas esportivas se expandindo em estados como Califórnia, Texas e Flórida, as empresas estão bem posicionadas para se beneficiar. Cramer concluiu que, apesar da nova regra fiscal não ser ideal, é improvável que tenha um impacto significativo no desempenho dessas empresas.
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