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Aumento nos custos de compras escolares em 2025 é revelado em gráfico detalhado

Pais mudam hábitos de compra devido a tarifas propostas, com 75% dispostos a trocar de marca e 56% cortando gastos não essenciais.

Uma variedade de materiais escolares, incluindo lancheiras e mochilas em diferentes cores e padrões, está em exibição para o próximo ano letivo. (Foto: Deb Cohn-Orbach | UCG | Universal Images Group | Getty Images)
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  • As tarifas propostas pelo presidente Donald Trump, que poderiam aumentar os preços de produtos essenciais, geram preocupação entre os consumidores na volta às aulas.
  • Apesar da inflação em queda, muitos pais estão mudando seus hábitos de compra.
  • Uma pesquisa da Deloitte indica que o gasto total com itens escolares deve alcançar 30,9 bilhões de dólares em 2025, com uma média de 570 dólares por criança, uma queda em relação aos 586 dólares do ano anterior.
  • Setenta e cinco por cento dos pais estão dispostos a trocar de marca se a preferida estiver cara, e cinquenta e seis por cento cortam gastos não essenciais.
  • As tarifas foram adiadas por 90 dias, com nova data de implementação prevista para 1º de agosto.

As tarifas propostas pelo presidente Donald Trump, que visam aumentar os preços de produtos essenciais, geram preocupação entre os consumidores durante a temporada de volta às aulas. Embora a inflação esteja em queda, a incerteza econômica faz com que muitos pais reconsiderem seus hábitos de compra.

Dados de uma pesquisa da Deloitte indicam que o gasto total com itens escolares para estudantes do ensino fundamental e médio deve alcançar 30,9 bilhões de dólares, o que representa uma média de 570 dólares por criança em 2025. Este valor é uma queda em relação aos 586 dólares do ano anterior, mesmo com o aumento nos preços de diversos produtos.

Mudanças nos hábitos de compra são evidentes: 75% dos pais afirmam que trocarão de marca se a preferida estiver muito cara, um aumento em relação aos 62% de 2024. Além disso, 56% dos entrevistados estão cortando gastos não essenciais para economizar. A pesquisa também revelou que 62% dos consumidores planejam iniciar as compras antes de agosto, buscando evitar possíveis aumentos de preços.

As tarifas, inicialmente programadas para entrar em vigor em abril, foram adiadas por 90 dias, com um novo prazo estabelecido para 1º de agosto. Jack Kleinhenz, economista-chefe da National Retail Federation, alerta que, se as tarifas forem implementadas, os preços ao consumidor sofrerão impacto.

A pressão financeira é palpável: mais da metade dos pais, 53%, estão dispostos a contrair dívidas para cobrir despesas com atividades extracurriculares, enquanto 46% fariam o mesmo para garantir itens escolares que ajudem seus filhos a se encaixar socialmente. A pesquisa da Deloitte também aponta que muitos pais se sentem compelidos a gastar em produtos populares ou roupas para o primeiro dia de aula.

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