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Ocupação de escritórios cresce em São Paulo e recua no Rio de Janeiro no 2º tri

São Paulo registra forte recuperação no mercado de escritórios, enquanto Rio de Janeiro enfrenta quedas significativas na ocupação.

Prédios da Faria Lima, em SP — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg
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  • No segundo trimestre de 2023, São Paulo teve uma absorção líquida de 108 mil m² de escritórios.
  • A taxa de vacância na capital paulista caiu para 18,2%.
  • As regiões mais procuradas foram Pinheiros, Paulista e Chucri Zaidan.
  • Em contraste, o Rio de Janeiro registrou apenas 0,78 mil m² de absorção líquida, uma queda de 94% em relação ao primeiro trimestre.
  • A taxa de vacância no Rio permaneceu estável em 27,2%, refletindo desafios no mercado carioca.

A ocupação de escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro apresentou resultados contrastantes no segundo trimestre de 2023, conforme levantamento da consultoria Newmark. Enquanto a capital paulista registrou uma absorção líquida de 108 mil m², o Rio teve apenas 0,78 mil m², evidenciando uma movimentação tímida no mercado carioca.

Em São Paulo, a absorção líquida representa um aumento de 17,3% em relação ao primeiro trimestre, com a taxa de vacância caindo para 18,2%. As regiões mais procuradas por empresas foram Pinheiros, Paulista e Chucri Zaidan. Esses dados refletem uma recuperação contínua do mercado de escritórios na cidade, que vem se fortalecendo desde 2020.

Por outro lado, o cenário no Rio de Janeiro é preocupante. A absorção líquida de 0,78 mil m² representa uma queda de 94% em comparação aos 13 mil m² do primeiro trimestre. A taxa de vacância permaneceu estável em 27,2%, indicando que o mercado carioca ainda enfrenta desafios significativos. Devoluções de espaços no Centro e no Porto Maravilha contribuíram para esse resultado.

Esses dados revelam a disparidade entre as duas capitais, com São Paulo mostrando um crescimento robusto no setor de escritórios, enquanto o Rio de Janeiro ainda luta para se recuperar. A análise do mercado corporativo sugere que a tendência de recuperação em São Paulo pode continuar, enquanto o Rio precisará de estratégias mais eficazes para atrair novas ocupações.

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