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Marcos Troyjo defende aproximação de tarifas entre EUA e Brasil para 30%

Marcos Troyjo destaca a urgência de reduzir tarifas dos EUA e reforçar laços comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco do BRICS, em entrevista ao InfoMoney (Foto: Divulgação/InfoMoney)
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  • Marcos Troyjo, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, espera maior engajamento do governo Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir tarifas dos Estados Unidos.
  • As tarifas devem aumentar para cinquenta por cento a partir de primeiro de agosto.
  • Durante um webinar da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, Troyjo destacou a importância de restaurar o relacionamento comercial entre os dois países.
  • Ele observou que atualmente, metade das exportações brasileiras vai para a Ásia, com trinta e três por cento destinadas à China e apenas doze por cento aos Estados Unidos.
  • Troyjo acredita que a cooperação entre Brasil e EUA é essencial para o desenvolvimento econômico e a estabilidade nas relações comerciais.

O ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Marcos Troyjo, manifestou otimismo em relação ao aumento do engajamento do governo Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir as tarifas dos Estados Unidos, que devem atingir 50% a partir de 1º de agosto. Durante um webinar da Brazilian-American Chamber of Commerce, Troyjo destacou a necessidade de restaurar o relacionamento comercial entre Brasil e EUA, enfatizando que impor tarifas e restrições é uma perda de tempo e energia.

Troyjo acredita que o Brasil deve aproveitar o atual cenário global para diversificar suas parcerias comerciais. Ele apontou que, atualmente, a cada US$ 2 exportados pelo Brasil, US$ 1 vai para a Ásia. Além disso, 33% das exportações brasileiras são destinadas à China, enquanto apenas 12% vão para os EUA. Essa dinâmica, segundo ele, representa uma oportunidade para o Brasil fortalecer laços com outras economias.

O ex-presidente do NBD também ressaltou que o Brasil e os EUA têm um histórico de cooperação que deve ser revitalizado. Ele espera que o governo Lula busque um alinhamento nas tarifas, aproximando-as do nível de 30%, que foi aplicado pela maior economia do mundo à União Europeia e ao México. Para Troyjo, a cooperação entre os dois países é fundamental para o desenvolvimento econômico e a estabilidade nas relações comerciais.

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