- Sara Delfim, sócia-fundadora da gestora de ativos Dahlia Capital, participará da Expert XP 2025 em São Paulo nos dias 25 e 26 de julho.
- Ela debaterá sobre oportunidades na bolsa brasileira no painel “É hora da bolsa brasileira? Quais as melhores oportunidades”, agendado para o dia 26, às 14h.
- Em sua análise, Sara destaca a resiliência das empresas listadas na B3, mesmo diante de incertezas fiscais.
- Ela afirma que muitas empresas têm mais caixa do que dívida, o que permite uma navegação estratégica em tempos turbulentos.
- A recomendação de Sara é manter uma carteira diversificada, priorizando setores defensivos.
Sara Delfim, sócia-fundadora da gestora de ativos Dahlia Capital, será uma das participantes da Expert XP 2025, que ocorrerá em São Paulo nos dias 25 e 26 de julho. No evento, ela debaterá sobre as oportunidades na bolsa brasileira, ao lado de Cesar Paiva, da Real Investor, e Fernando Ferreira, da XP. O painel, intitulado “É hora da bolsa brasileira? Quais as melhores oportunidades”, está agendado para o sábado, 26 de julho, às 14h.
Com uma carreira consolidada em instituições financeiras renomadas, como Merrill Lynch e Bear Stearns, Sara traz uma visão otimista sobre a resiliência das empresas listadas na B3. Em recente participação no programa Outliers, da XP, ela destacou que, apesar das incertezas fiscais, a maioria das empresas não está endividada. “Mesmo com o juro alto, há muitas empresas com mais caixa do que dívida”, afirmou.
Sara enfatizou que a solidez das companhias brasileiras permite que os investidores naveguem por este período turbulento de forma estratégica. “Estamos num bom ciclo micro. Precisa ajustar o ruído fiscal”, ressaltou. Para ela, a recomendação é manter uma carteira diversificada, priorizando setores mais defensivos.
Análise do Cenário
A abordagem de Sara é fundamentada em sua experiência na análise de empresas. Desde a fundação da Dahlia Capital, em 2018, a gestora administra mais de R$ 5 bilhões em ativos, refletindo sua visão analítica. Ela acredita que a qualidade das empresas na B3 deve ser considerada, mesmo em um cenário macroeconômico desafiador.
Sara também alertou que os investidores não devem se deixar levar apenas pelas manchetes. “O mercado exagera para os dois lados. Quando está pessimista, precifica tudo como se fosse dar errado”, concluiu. Com essa perspectiva, ela continua a ser uma referência no mercado financeiro, destacando que o Brasil ainda possui boas oportunidades para investidores.
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