- O governo brasileiro divulgou um vídeo nas redes sociais defendendo o sistema de pagamentos Pix.
- A gravação destaca a insatisfação das operadoras de cartões de crédito dos Estados Unidos com o sucesso do Pix, que movimenta R$ 30 trilhões anualmente.
- A investigação dos EUA sobre o Pix é impulsionada por essas operadoras, que alegam práticas comerciais desleais.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também comentou sobre a importância do Pix em uma cadeia nacional de rádio e TV.
- A campanha inclui a hashtag “O Pix é nosso, my friend!” para engajar o público nas redes sociais.
A três dias do início do tarifaço anunciado por Donald Trump sobre produtos brasileiros, o governo federal divulgou um vídeo nas redes sociais defendendo o sistema de pagamentos Pix. A gravação destaca que as operadoras de cartões de crédito dos Estados Unidos estão insatisfeitas com a ferramenta, que movimenta R$ 30 trilhões anualmente.
No vídeo, o governo aponta que a investigação aberta pelos EUA sobre o Pix é impulsionada por essas operadoras, que alegam práticas comerciais desleais. A narrativa inclui exemplos de comerciantes brasileiros, como a “dona Maria”, que antes perdia 2% em transações de débito e 4% no crédito, e “João, da barbearia”, que passou a cobrar mais caro no cartão do que no Pix. A mensagem é clara: as operadoras de cartão não estão gostando do sucesso do Pix.
A postagem utiliza um tom informal e memes para engajar o público. A narração enfatiza que o Pix, uma criação de servidores públicos do Banco Central, está beneficiando diretamente os brasileiros, ao reter R$ 600 bilhões que antes iam para bilionários americanos. O governo também lançou a hashtag “O Pix é nosso, my friend!” em uma tentativa de viralizar a defesa da ferramenta nas redes sociais.
Além do vídeo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou o tema em uma cadeia nacional de rádio e TV, reforçando a importância do Pix para a economia brasileira. A ofensiva institucional busca não apenas defender o sistema, mas também preparar o terreno para enfrentar as pressões externas que se intensificam com o tarifaço de Trump.
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