- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) recuou 0,77% em julho, uma queda menos intensa que a de junho, que foi de -1,67%.
- O resultado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) no dia 30 de julho.
- A desaceleração é atribuída aos preços ao produtor (IPA) e ao consumidor (IPC), com destaque para matérias-primas brutas e alimentação.
- O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,91% em julho, abaixo da alta de 0,96% do mês anterior.
- Nos últimos 12 meses, o INCC teve alta de 2,96%, enquanto no acumulado de 2025, a queda é de 1,70%.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), referência para reajustes de aluguéis, apresentou um recuo de 0,77% em julho, uma queda menos acentuada que a de junho, que foi de -1,67%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo FGV IBRE. A desaceleração menos intensa é atribuída aos índices de preços ao produtor (IPA) e ao consumidor (IPC), com destaque para as matérias-primas brutas no IPA e o grupo alimentação no IPC.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, registrou uma alta de 0,91% em julho, embora tenha sido inferior ao aumento de 0,96% do mês anterior. No acumulado de 2025, o índice apresenta uma queda de 1,70%, enquanto nos últimos 12 meses a alta é de 2,96%. Em julho do ano passado, o IGP-M teve uma variação positiva de 0,61%, com alta acumulada em 12 meses de 3,82%.
Matheus Dias, economista do IBRE, explica que “os preços ao produtor recuaram de forma menos intensa, refletindo a maior pressão vinda das matérias-primas minerais e do petróleo”. No IPC, aumentos em diversos grupos, como habitação e despesas diversas, contribuíram para a reversão do movimento de desaceleração observado desde março.
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