- Os Estados Unidos anunciaram novas tarifas de importação que afetarão diversos países, com valores de até 40%.
- A tarifa para o Canadá será de 35% e entrará em vigor em 7 de agosto, exceto para cargas embarcadas antes dessa data.
- O Canadá verá cerca de 90% de suas exportações isentas devido ao tratado entre Estados Unidos, México e Canadá (USMCA), mas setores como laticínios e madeira enfrentarão dificuldades.
- Mianmar enfrentará uma tarifa de 40%, impactando severamente seu setor têxtil, que representa mais da metade dos empregos industriais.
- A Suíça terá tarifas de 39% sobre suas exportações para os EUA e o governo suíço buscará uma solução negociada.
Os Estados Unidos anunciaram novas tarifas de importação que impactarão diversos países, com valores que chegam a 40%. As mudanças, que já afetam o Canadá com uma tarifa de 35%, entrarão em vigor em 7 de agosto, exceto para cargas embarcadas antes dessa data.
O Canadá, que não conseguiu um acordo até o prazo de 1º de agosto, verá cerca de 90% de suas exportações isentas devido ao tratado USMCA. No entanto, setores como laticínios, madeira e couro enfrentarão dificuldades.
Impactos na Ásia
A situação é ainda mais crítica para Mianmar, que enfrenta uma tarifa de 40%. O setor têxtil do país, responsável por mais da metade dos empregos industriais, será severamente afetado. A expectativa é que empresas estrangeiras busquem outros mercados para evitar os altos custos.
Por outro lado, a Tailândia obteve uma redução nas tarifas, que caíram para 19%, embora os fabricantes locais ainda enfrentem incertezas sobre insumos chineses, que podem ser taxados em valores mais altos.
Reação da Suíça
A Suíça também foi impactada, com tarifas de 39% sobre exportações para os EUA, um aumento significativo em relação ao que havia sido negociado anteriormente. O governo suíço afirmou que irá analisar a nova situação e buscar uma solução negociada.
Essas mudanças nas tarifas de importação refletem a continuidade da política comercial agressiva da administração Trump, que visa proteger a indústria americana, mas que também gera tensões nas relações comerciais globais.
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