- Catherine Spruill, moradora de Connecticut, começou a comprar presentes de Natal em junho, acumulando mais de 25 itens por cerca de $ 350,00 (aproximadamente R$ 2 mil).
- A prática do “Natal em Julho” está crescendo nos Estados Unidos, com uma pesquisa indicando que 21% dos consumidores iniciaram suas compras de fim de ano neste verão, um aumento em relação aos 16% do ano anterior.
- A mudança no comportamento de compra é impulsionada pela inflação e incerteza econômica, levando os consumidores a buscarem ofertas antecipadas.
- Varejistas estão se adaptando, promovendo eventos como o Prime Day da Amazon e “Black Friday em Julho”. Pequenos negócios também estão participando, como um evento em Mobile, Alabama.
- Muitos consumidores optam por comprar mais cedo para evitar o estresse das compras de última hora, como no caso de Alicia Thomas, que teve dificuldades para encontrar um brinquedo popular no ano anterior.
Escondidos no armário de Catherine Spruill, de 34 anos, estão presentes de Natal que ela começou a comprar em junho. A moradora de Connecticut acumula brinquedos e roupas natalinas, aproveitando promoções de verão para esticar seu orçamento familiar. Catherine já adquiriu mais de 25 itens por cerca de US$ 350 (aproximadamente R$ 2 mil), incluindo pijamas combinando para ela e seus filhos, com um desconto de 50%.
A prática do “Natal em Julho” está se tornando comum entre os consumidores americanos. Uma pesquisa da CivicScience revelou que 21% dos entrevistados já iniciaram suas compras de fim de ano neste verão, um aumento em relação aos 16% do ano passado. Essa mudança de comportamento é impulsionada pela inflação e pela incerteza econômica, levando muitos a buscar ofertas antecipadas.
Os varejistas também estão se adaptando a essa nova tendência. Eventos como o Prime Day da Amazon, que se estendeu por quatro dias, e promoções de “Black Friday em Julho” de grandes redes, como Macy’s, refletem essa mudança. Pequenos negócios, como o evento de “Natal em Julho” em Mobile, Alabama, também atraem consumidores, oferecendo uma variedade de produtos natalinos.
Para muitos, a antecipação das compras não é apenas uma questão de economia, mas também de evitar o estresse das compras de última hora. Alicia Thomas, de 32 anos, decidiu comprar presentes para seus filhos mais cedo após enfrentar dificuldades para encontrar um brinquedo popular no ano passado. A estratégia de compras antecipadas parece estar se consolidando como uma nova norma entre os consumidores, que buscam cada vez mais evitar a correria das festas.
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