- O Ibovespa caiu 0,48% na última semana, fechando a 132.437 pontos.
- A queda foi influenciada por dados de emprego fracos nos Estados Unidos e um aumento de tarifas imposto pelos EUA.
- A B3 enfrentou falhas técnicas, resultando em horas sem cotações.
- Setores como Vale e frigoríficos tiveram desempenho positivo, enquanto bancos e Petrobras impactaram negativamente.
- A pressão vendedora se manteve, com expectativa de atenção ao possível corte de juros pelo Federal Reserve em setembro.
Na última semana, o Ibovespa enfrentou um cenário desafiador, registrando uma queda de 0,48%, fechando aos 132.437 pontos. O desempenho negativo foi impulsionado por dados de emprego decepcionantes nos Estados Unidos, que acentuaram os temores de desaceleração econômica. Mesmo com resultados positivos da Apple, o pessimismo dominou as bolsas em Wall Street.
O clima no Brasil foi igualmente pesado, afetado por um “tarifaço” imposto pelos EUA e incertezas internas. Além disso, a B3 enfrentou falhas técnicas, que resultaram em horas sem exibir cotações de seus principais índices. Apesar disso, setores como Vale e frigoríficos se destacaram, apresentando resultados positivos e indo na contramão da aversão ao risco.
Análise do Cenário
Os investidores que operam o mini-índice (WIN) devem estar atentos ao cenário internacional, especialmente à expectativa de um possível corte de juros pelo Fed em setembro. A pressão vendedora se manteve, e os contratos do mini-índice (WINQ25) fecharam com queda de 0,48%, reforçando o movimento vendedor observado nas sessões anteriores.
No gráfico de 15 minutos, a pressão vendedora continua, e a perda do suporte em 132.575/132.335 pontos pode acelerar a correção, com alvos em 131.675/130.900 pontos. Para uma reversão, será necessário um volume comprador que leve o ativo acima da resistência em 133.155/133.455 pontos.
Perspectivas Futuras
A configuração atual do gráfico diário mostra um candle de devolução, indicando a necessidade de atenção com a base de suporte. O ativo permanece abaixo das médias móveis, sustentando um viés de baixa. A superação da região de 134.210/135.870 pontos é crucial para reverter o cenário, mirando 136.560/138.290 pontos. Por outro lado, a perda dos 132.335/130.900 pontos pode abrir espaço para quedas até 129.820 pontos.
O Índice de Força Relativa (IFR) está em 35,43, próximo da faixa de sobrevenda, o que pode permitir repiques de alta, embora o fluxo vendedor ainda prevaleça. A cautela é recomendada para os próximos dias, com os investidores monitorando de perto as movimentações do mercado.
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