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JPMorgan destaca otimismo na WEG com aumento da demanda por transformadores até 2030

WEG e Hitachi Energy ampliam produção de transformadores no Brasil, respondendo à crescente demanda por energia renovável e modernização das redes.

WEG (Foto: Divulgação)
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  • A demanda por transformadores cresce devido à expansão das fontes renováveis e à modernização das redes de transmissão, com previsão de continuidade até 2030.
  • A WEG anunciou planos para dobrar sua capacidade de fabricação de transformadores até 2026.
  • A Hitachi Energy investirá US$ 200 milhões no Brasil até 2028 para expandir sua produção e enfrentar desafios na indústria.
  • Executivos da Hitachi Energy afirmaram que a construção de uma nova fábrica pode levar de quatro a cinco anos, limitando a capacidade de resposta do setor.
  • Analistas do JPMorgan destacam que a alta demanda é impulsionada pela instalação de usinas renováveis e centros de dados, com a maior parte dos pedidos focados em novas conexões.

A crescente demanda por transformadores é impulsionada pela expansão das fontes renováveis e pela modernização das redes de transmissão, com previsões de continuidade até 2030. Nesse contexto, a WEG (WEGE3) anunciou planos para dobrar sua capacidade de fabricação de transformadores até 2026, visando atender à demanda crescente.

A Hitachi Energy também se destaca, com um investimento de US$ 200 milhões no Brasil até 2028. O objetivo é expandir a produção e enfrentar os desafios de gargalos na indústria, como a escassez de componentes essenciais. Durante um webinar promovido pelo JPMorgan, executivos da Hitachi Energy destacaram que a construção de uma nova fábrica pode levar de quatro a cinco anos, o que limita a capacidade de resposta rápida do setor.

Os analistas do JPMorgan apontam que a alta demanda por transformadores é sustentada pela instalação acelerada de usinas renováveis e centros de dados, com expectativa de manutenção desse ritmo até 2027. A maior parte dos pedidos atuais se concentra em novas conexões, enquanto a substituição de equipamentos antigos representa menos de 30% da demanda.

Além disso, a rentabilidade das exportações tem incentivado fabricantes a direcionar parte da produção para o mercado externo, especialmente para os Estados Unidos. Apesar do aumento das tarifas sobre alguns equipamentos, as margens de lucro nas vendas externas superam as do mercado doméstico, o que torna essa estratégia atraente para as empresas.

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