- A partir de 2026, novas regras fiscais nos Estados Unidos afetarão as deduções de doações de caridade.
- As mudanças foram introduzidas pelo “big beautiful bill” de Donald Trump e visam impactar contribuintes de alta renda.
- Um “piso” de 0,5% da renda bruta ajustada será necessário para que a dedução seja válida.
- Contribuintes na faixa de 37% terão um teto que pode reduzir os benefícios fiscais para doações.
- A dedução para quem não itemiza será limitada a R$ 1 mil para solteiros e R$ 2 mil para casais que fazem declaração conjunta.
A partir de 2026, novas regras fiscais nos Estados Unidos afetarão as deduções de doações de caridade, conforme mudanças introduzidas pelo “big beautiful bill” de Donald Trump. Especialistas alertam que essas alterações podem impactar significativamente os contribuintes de alta renda.
As novas diretrizes incluem um “piso” de 0,5% da renda bruta ajustada, que deve ser superado para que a dedução seja válida. Além disso, haverá um teto para os contribuintes na faixa de 37%, o que poderá reduzir os benefícios fiscais para doações generosas.
A partir de 2026, a dedução de caridade para quem não itemiza também será limitada a US$ 1.000 para solteiros e US$ 2.000 para casais que fazem a declaração conjunta. Essas mudanças exigem planejamento antecipado, especialmente para aqueles que desejam maximizar suas deduções antes que as novas regras entrem em vigor.
Edward Jastrem, planejador financeiro, sugere que os contribuintes considerem “agrupar” doações de vários anos em 2025, utilizando fundos de doação aconselhados. Essa estratégia permite uma dedução antecipada e facilita o gerenciamento de futuras doações.
Justin Miller, especialista em planejamento patrimonial, destaca que, sob as novas regras, uma doação de US$ 100.000 em 2025 poderia resultar em uma dedução de US$ 37.000. Em contraste, em 2026, essa mesma doação poderia cair para US$ 33.250, uma diferença significativa que pode influenciar as decisões de doação dos contribuintes de alta renda.
Essas mudanças nas deduções de caridade refletem um esforço para ajustar os benefícios fiscais, que historicamente favoreceram os mais ricos, e exigem que os contribuintes se adaptem rapidamente às novas regras.
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