- Gabriel Galípolo, novo presidente do Banco Central do Brasil, participou do Blockchain.RIO, no Rio de Janeiro.
- Ele destacou a importância de manter a excelência nas inovações da autarquia, como o Pix e o Drex.
- Galípolo alertou para o risco de o Banco Central se tornar “vítima do próprio sucesso”.
- O Pix, implementado em 2020, se tornou um modelo de pagamentos instantâneos e influenciou outros países.
- O Drex está em desenvolvimento e visa ser a infraestrutura digital das finanças brasileiras, com uma moeda digital de banco central (CBDC).
Gabriel Galípolo, novo presidente do Banco Central do Brasil, participou do Blockchain.RIO, evento que ocorre no Rio de Janeiro, e enfatizou a importância de manter a excelência nas inovações da autarquia, como o Pix e o Drex. Galípolo destacou que é crucial evitar que o Banco Central se torne “vítima do próprio sucesso”.
Desde sua implementação em 2020, o Pix se tornou um modelo de pagamentos instantâneos, influenciando até mesmo outras nações. O Drex, por sua vez, está em desenvolvimento e visa ser a infraestrutura digital das finanças brasileiras, introduzindo uma moeda digital de banco central (CBDC) e promovendo transações programáveis.
Durante sua fala, Galípolo ressaltou que o Banco Central deve zelar por sua estrutura e recursos, garantindo um arcabouço legal que permita a continuidade das inovações. Ele afirmou que a autarquia já entregou muitos avanços à população e que é fundamental seguir avançando para que o Pix mantenha seu sucesso e novas soluções sejam criadas.
Galípolo também mencionou a necessidade de parcerias com outras autoridades para compartilhar experiências e aprendizados. Ele acredita que o engajamento da sociedade é essencial para o êxito das inovações financeiras e que o Banco Central deve continuar a ser um exemplo de excelência no setor público.
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