- John Textor, empresário americano, investiu 200 milhões de dólares na Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo e enfrenta dificuldades financeiras.
- Ele obteve um empréstimo de Evangelos Marinakis, dono do Nottingham Forest, mas não há confirmação de que Marinakis deseja comprar o clube.
- Textor busca novos sócios e está sob pressão do fundo de investimento Ares, que quer assumir o controle da SAF e está processando Textor.
- O Botafogo vendeu o goleiro John para o West Ham, gerando uma receita de 10 milhões de euros, e aguarda pagamentos de transferências de outros jogadores.
- Fontes internas indicam que Textor está em busca de um novo parceiro para a compra das ações, com negociações previstas para os próximos dois meses.
John Textor, empresário americano, enfrenta desafios financeiros após investir 200 milhões de dólares na SAF do Botafogo. Em busca de novos recursos, ele obteve um empréstimo de Evangelos Marinakis, dono do Nottingham Forest, mas não há confirmação do interesse do grego em adquirir o clube.
Textor está tentando reestruturar sua participação na SAF, utilizando uma empresa criada nas Ilhas Cayman. Embora tenha conseguido liberar o meia Danilo, que custou 22 milhões de euros, a dívida com Marinakis permanece. O grego já se posicionou como credor e pode exigir ações da SAF caso Textor não honre seus compromissos.
A situação se complica com a pressão do fundo de investimento Ares, que deseja assumir o controle da SAF e não quer Textor ou Marinakis na gestão. A Ares está processando Textor, o que aumenta a urgência por novos sócios para a recompra das ações do clube.
Recentemente, o Botafogo vendeu o goleiro John para o West Ham, gerando uma receita de 10 milhões de euros. Além disso, o clube aguarda pagamentos de transferências de outros jogadores, como Gregore e Almada, que podem ajudar a manter os salários em dia por pelo menos dois meses.
Fontes internas indicam que Textor está em busca de um novo parceiro para a compra das ações, fora do contexto da Ares. Essa negociação deve se desenrolar nos próximos dois meses, mas a incerteza pode trazer problemas financeiros para o Botafogo até o final do ano.
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