Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

JPMorgan rebaixa Vivo para venda e destaca preferência por ações da TIM

JPMorgan reavalia telecomunicações na América Latina e ajusta perspectivas de lucro para Vivo e TIM, destacando diferenças significativas entre as operadoras

Foto: Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • O JPMorgan rebaixou a Vivo (VIVT3) para underweight e manteve a TIM (TIMS3) como overweight.
  • A mudança foi baseada na análise dos resultados do segundo trimestre de 2025.
  • O preço-alvo da Vivo foi ajustado para R$ 28,50 em dezembro de 2026, com projeções de lucro reduzidas.
  • O preço-alvo da TIM aumentou de R$ 22 para R$ 24,50 em dezembro de 2026, destacando seu potencial de crescimento.
  • A América Móvil (AMX) foi elevada para neutra, devido à maior geração de caixa e redução de riscos regulatórios no México.

O JPMorgan revisou suas recomendações para o setor de telecomunicações na América Latina, rebaixando a Vivo (VIVT3) para underweight e mantendo a TIM (TIMS3) como overweight. A mudança ocorre após a análise dos resultados do 2º trimestre de 2025, refletindo uma avaliação diferenciada entre as operadoras.

A Vivo foi rebaixada devido a uma combinação de avaliação elevada e riscos de queda nas estimativas de lucro. O preço-alvo foi ajustado para R$ 28,50 em dezembro de 2026, em comparação a R$ 26 para dezembro de 2025. As projeções de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foram reduzidas em 1,3% para 2025 e 1,6% para 2026, enquanto o lucro líquido caiu 12,1% e 11,7%, respectivamente. Esses ajustes indicam um potencial de queda de cerca de 7% nas projeções do consenso Bloomberg, impactando os dividendos.

Análise da TIM

Por outro lado, o JPMorgan elevou o preço-alvo da TIM de R$ 22 para R$ 24,50 em dezembro de 2026, reforçando a visão de que o desconto atual em relação à Vivo é injustificado. A TIM negocia a 7,4 vezes EV/OpFCF, com expectativa de crescimento de 8% ao ano entre 2026 e 2029, sustentada por um cenário positivo no mercado móvel brasileiro. O banco destacou o portfólio de espectro mais abrangente e a sólida geração de caixa da TIM, que reduzem os riscos de governança.

Além disso, a América Móvil (AMX) foi elevada para neutra, beneficiada pela maior geração de caixa decorrente da redução de capex e pela diminuição dos riscos regulatórios no México. As mudanças nas recomendações refletem um cenário dinâmico e desafiador para as telecomunicações na região.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais