- O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou um aumento na alíquota do programa Reintegra.
- A nova alíquota será de 6% para micro e pequenas empresas e 3% para médias e grandes empresas.
- A mudança faz parte da Medida Provisória da Soberania, em resposta ao aumento de tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras pelos Estados Unidos.
- O programa Reintegra foi criado em 2014 e teve sua alíquota reduzida para 0,1% em 2018.
- O governo espera que o aumento da alíquota fortaleça a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou um aumento significativo na alíquota do programa Reintegra, que visa ressarcir tributos pagos por empresas exportadoras. A nova alíquota será de 6% para micro e pequenas empresas e 3% para médias e grandes empresas. Essa mudança faz parte da Medida Provisória da Soberania, que busca mitigar os efeitos do aumento de tarifas de 50% sobre as exportações brasileiras, imposto pelo governo dos Estados Unidos.
O programa Reintegra, criado em 2014, já passou por diversas alterações. Inicialmente, a alíquota máxima era de 3%, mas em 2018, durante a gestão de Michel Temer, o ressarcimento foi drasticamente reduzido para 0,1%. Desde então, essa taxa não havia sido alterada, o que gerou preocupações entre os exportadores brasileiros.
A decisão de aumentar a alíquota foi recebida como uma resposta necessária ao cenário econômico atual, onde as empresas enfrentam desafios adicionais devido ao tarifaço americano. Alckmin destacou que a medida visa fortalecer a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, especialmente em um momento de adversidade.
Com essa mudança, o governo espera não apenas apoiar as empresas, mas também estimular o crescimento das exportações, que são fundamentais para a economia nacional. O aumento da alíquota do Reintegra representa uma tentativa de reverter a tendência de queda nas exportações e de promover um ambiente mais favorável para os negócios no Brasil.
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