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Azul registra prejuízo líquido de R$ 475,8 milhões no segundo trimestre de 2023

Azul Linhas Aéreas registra lucro de R$ 1,29 bilhão e anuncia acordo com a AerCap que pode gerar economia superior a US$ 1 bilhão

Aeronaves da Azul (Foto: Reprodução da redes sociais)
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  • A Azul Linhas Aéreas registrou um lucro líquido de R$ 1,29 bilhão no segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 3,56 bilhões do mesmo período em 2024.
  • A companhia apresentou um prejuízo ajustado de R$ 475,8 milhões, uma redução de 29% em relação ao ano anterior.
  • O EBITDA ajustado alcançou R$ 1,14 bilhão, com crescimento de 8,6% em comparação ao segundo trimestre de 2024.
  • A Azul planeja simplificar sua malha aérea, retirando cerca de 30 aeronaves da frota e operando com aviões menores.
  • A empresa firmou um acordo com a AerCap, que prevê economia superior a US$ 1 bilhão em custos operacionais.

A Azul Linhas Aéreas anunciou um lucro líquido de R$ 1,29 bilhão no segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 3,56 bilhões do mesmo período do ano anterior. Apesar desse resultado positivo, a companhia registrou um prejuízo ajustado de R$ 475,8 milhões, uma redução de 29% em relação ao segundo trimestre de 2024, quando as perdas ajustadas foram de R$ 669,7 milhões.

O EBITDA ajustado da empresa alcançou R$ 1,14 bilhão, representando um crescimento de 8,6% em comparação ao ano anterior. A capacidade operacional da Azul cresceu 17,5%, impulsionada principalmente pelo aumento de 36,8% nas operações internacionais, que se recuperaram após cortes anteriores devido à falta de peças e motores.

Simplificação da Malha Aérea

O presidente da Azul, John Rodgerson, destacou a intenção de simplificar a malha aérea, focando em cidades com demanda não atendida. A companhia planeja operar com aviões menores e retirará cerca de 30 aeronaves da frota, que atualmente não estão em operação, mas ainda geram custos de aluguel.

Além disso, a Azul firmou um acordo com a AerCap, sua principal arrendadora de aeronaves, que prevê uma economia superior a US$ 1 bilhão em custos operacionais. Rodgerson afirmou que a empresa não precisará levantar capital adicional para concluir o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, que deve ser encerrado até dezembro.

Futuro da Frota

A companhia está em negociações com a Embraer sobre a entrega de novas aeronaves, avaliando se continuará a receber modelos da família E2 ou se optará por mais E1. A receita operacional da Azul no segundo trimestre foi de R$ 4,9 bilhões, um recorde para o período e 18% superior ao ano anterior.

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