- O Brasil criou 1,2 milhão de empregos no primeiro semestre de 2025, atingindo a menor taxa de desemprego da história.
- O crescimento foi de 2,6% em relação ao mesmo período de 2024, com 48 milhões de pessoas em postos formais.
- O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, discutirá esses resultados e os desafios atuais em entrevista ao vivo no canal da EXAME no YouTube.
- Entre os desafios estão a regulamentação dos trabalhadores de aplicativos e mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador.
- A entrevista será conduzida por André Martins e Luciano Pádua, e ocorrerá às 15h45 desta quinta-feira, 14 de agosto.
O Brasil registrou a criação de 1,2 milhão de empregos no primeiro semestre de 2025, resultando na menor taxa de desemprego da história. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, discutirá esses avanços e os desafios atuais em uma entrevista ao vivo.
Os dados mostram um crescimento de 2,6% em relação ao mesmo período de 2024, com 48 milhões de pessoas ocupando postos formais. Além disso, o país alcançou um recorde na taxa de participação da força de trabalho e uma significativa redução no número de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego.
Desafios e Oportunidades
Apesar dos resultados positivos, o governo enfrenta desafios, como a regulamentação dos trabalhadores de aplicativos e as mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Marinho abordará esses tópicos na transmissão ao vivo, que ocorrerá no canal da EXAME no YouTube, a partir das 15h45 desta quinta-feira, 14.
Luiz Marinho, que retornou ao Ministério do Trabalho em 2023, já havia ocupado a pasta entre 2005 e 2007. Ele também foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Sua trajetória inclui a reversão de demissões em massa na Volkswagen e Ford em 1998, consolidando sua reputação como um defensor dos direitos trabalhistas.
A entrevista será conduzida por André Martins e Luciano Pádua, ambos da EXAME, e promete trazer uma análise aprofundada sobre as políticas atuais e futuras do governo em relação ao mercado de trabalho.
Entre na conversa da comunidade