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Crédito para empresas depende de aprovação do Congresso, afirma secretário econômico

Governo busca agilidade na aprovação de crédito subsidiado para preservar empregos em empresas afetadas pelo tarifaço de Trump

Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello diz que boa parte da aprovação do pacote contra o tarifaço depende dos parlamentares (Foto: Washington Costa/MF)
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  • O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para apoiar micro, pequenas e médias empresas afetadas pelo tarifaço de Donald Trump.
  • O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, ressaltou a importância da aprovação de um projeto de lei complementar para garantir acesso ao crédito subsidiado.
  • Os fundos garantidores previstos no projeto são essenciais para que as empresas consigam contratar operações de crédito.
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já manifestaram apoio ao pacote, que inclui a análise de cerca de 20 atos normativos.
  • A única medida em vigor atualmente é o drawback, que restitui tributos pagos na importação de insumos para exportação.

O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para apoiar micro, pequenas e médias empresas afetadas pelo tarifaço imposto por Donald Trump. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, enfatizou a importância da aprovação de um projeto de lei complementar para garantir o acesso ao crédito subsidiado.

Mello destacou que os fundos garantidores previstos no projeto são essenciais para que as empresas possam contratar operações de crédito. O presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já manifestaram apoio ao pacote, que inclui a análise de cerca de 20 atos normativos necessários para sua implementação.

Atualmente, a única medida em vigor é o drawback, que restitui tributos pagos na importação de insumos para exportação. As demais ações, incluindo juros e prazos dos empréstimos, dependem da regulamentação que deve ocorrer na próxima semana. Mello também afirmou que a contrapartida para as linhas de crédito será a manutenção de empregos, embora não haja proibição de demissões.

O secretário expressou preocupação com a possibilidade de que as medidas cheguem tarde demais para as empresas. Ele ressaltou que a clareza sobre o pacote só foi possível após a implementação do tarifaço. A expectativa é que, após a publicação dos atos normativos, as empresas possam começar a usufruir dos benefícios rapidamente.

Mello explicou que a aprovação do projeto de lei complementar é crucial, pois sem os fundos garantidores, muitas empresas terão dificuldades em acessar o crédito. O governo está trabalhando para que a normatização e a aprovação do PLP ocorram simultaneamente, garantindo que as medidas cheguem a quem mais precisa.

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