- A Figma, plataforma de design digital, estreou na Bolsa de Nova York no final de julho.
- As ações da empresa triplicaram no primeiro dia de negociação, marcando a retomada dos IPOs de tecnologia.
- Terrence Rohan, investidor inicial da Figma, destacou a visão dos fundadores, Dylan Field e Evan Wallace, como um diferencial em um mercado competitivo.
- A Figma, que começou em 2012, ganhou destaque durante a pandemia, tornando-se essencial para equipes de design remoto.
- A empresa está expandindo sua plataforma com recursos de inteligência artificial e funcionalidades para melhorar a colaboração entre usuários.
A Figma, plataforma de design digital, fez sua estreia na Bolsa de Nova York no final de julho, marcando a retomada dos IPOs de tecnologia após três anos de inatividade. As ações da empresa triplicaram no primeiro dia de negociação, destacando-se como um dos maiores sucessos recentes do mercado.
Terrence Rohan, um dos primeiros investidores da Figma, compartilhou sua visão sobre a trajetória da empresa. Em entrevista ao Business Insider, ele recordou que, em 2013, era mais fácil listar razões para duvidar do sucesso da Figma. Apesar de um mercado pequeno e concorrência intensa, Rohan viu nos fundadores, Dylan Field e Evan Wallace, características que compensavam as incertezas. Ele os descreveu como empreendedores “excepcionais”, com uma visão clara de futuro.
O investimento inicial de Rohan, enquanto sócio da Index Ventures, foi na rodada seed de US$ 3,87 milhões. Desde então, ele manteve uma relação próxima com a Figma, participando da celebração do IPO em Wall Street. Atualmente, à frente do Otherwise Fund, Rohan continua a investir em startups promissoras, como Hugging Face e Notion.
Crescimento e Inovação
A história da Figma começou em 2012, quando Field, então bolsista da Thiel Fellowship, decidiu empreender ao lado de Wallace. Juntos, eles visavam levar o design para o navegador, priorizando a colaboração em tempo real. O interesse de investidores como Sequoia Capital e Index Ventures foi crucial para o crescimento da empresa.
Durante a pandemia, a Figma ganhou tração significativa, tornando-se uma ferramenta essencial para equipes de design e tecnologia em trabalho remoto. Em 2022, a empresa quase foi adquirida pela Adobe por US$ 20 bilhões, mas o acordo foi vetado por reguladores no ano seguinte. Desde então, a Figma tem expandido sua plataforma, incorporando recursos de inteligência artificial e funcionalidades que melhoram a colaboração entre usuários.
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