- O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina caiu 0,7% em junho, marcando a segunda queda mensal consecutiva.
- O Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec) divulgou que em maio o PIB já havia diminuído 0,2% em relação a abril.
- Apesar da queda mensal, o crescimento anual foi de 6,4%.
- Setores como Intermediação Financeira e Comércio apresentaram aumentos, com crescimento de 28,7% e 11,5%, respectivamente.
- A Pesca teve uma redução acentuada de 74,6% em comparação ao ano anterior, impactando negativamente o crescimento econômico.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina apresentou uma contração de 0,7% em junho, marcando a segunda queda mensal consecutiva. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec) nesta quarta-feira, 20. Em maio, o PIB já havia registrado uma diminuição de 0,2% em relação a abril. Apesar desse cenário negativo, o crescimento anual foi de 6,4%.
Em junho, doze setores da economia mostraram aumento, com destaque para Intermediação Financeira, que cresceu 28,7% no ano, e Comércio Atacadista, Varejista e Reparações, que teve um avanço de 11,5%. No entanto, três setores enfrentaram quedas significativas, sendo a Pesca a mais afetada, com uma redução de 74,6% em comparação ao ano anterior. Essa queda, juntamente com diminuições em Administração Pública e Defesa e Outras Atividades de Serviços Comunitários, impactou negativamente o crescimento do Estimador Mensal de Atividade Econômica (Emae).
A economia argentina, que já enfrentava desafios antes, continua a mostrar um desempenho desigual entre os setores. Enquanto alguns segmentos se recuperam, outros, como a pesca, enfrentam dificuldades severas. A situação reflete a instabilidade econômica persistente no país, que luta para equilibrar crescimento e contrações em diferentes áreas.
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