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Cafezinho registra alta de 15,36% e se torna o vilão da inflação em restaurantes

Cafezinho lidera alta de preços em restaurantes, com aumento de 15,36% em 2025, pressionando o bolso dos consumidores em todo o país

O preço do cafezinho, um hábito diário de grande parte dos brasileiros, foi o que mais pesou no bolso de quem come fora de casa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • O preço do cafezinho no Brasil subiu 15,36% em 2025, sendo o principal fator da inflação no setor de restaurantes.
  • Em julho, houve um reajuste de 2,76%, contribuindo para um aumento médio de 0,87% nos preços da alimentação fora do lar.
  • Este é o 44º mês consecutivo de alta nos preços, superando a inflação geral de 0,26%.
  • Entre os 16 estados analisados, 15 registraram aumento nos preços, com Goiás liderando com 1,58%.
  • Outros itens, como lanches e bebidas alcoólicas, também tiveram alta, enquanto doces e vinhos apresentaram quedas.

Um levantamento da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) revelou que o preço do cafezinho no Brasil acumulou uma alta de 15,36% em 2025, tornando-se o principal responsável pela inflação no setor de restaurantes. Em julho, o reajuste foi de 2,76%, contribuindo para um aumento médio de 0,87% nos preços da alimentação fora do lar, que inclui restaurantes e bares.

Este aumento marca o 44º mês consecutivo de alta nos preços, superando a inflação geral do período, que foi de 0,26%. Entre os 16 estados analisados, 15 apresentaram elevações nos preços, com Goiás liderando com 1,58%, seguido pelo Rio de Janeiro com 1,14% e o Rio Grande do Sul com 0,99%. O único estado que registrou queda foi o Pará, com uma redução de 0,37%.

Outros Itens em Alta

Além do cafezinho, outros produtos também impactaram a inflação no setor em julho. Os lanches tiveram um aumento de 1,90%, enquanto outras bebidas alcoólicas subiram 0,88%. Em contrapartida, doces e vinhos apresentaram quedas, com variações de -0,99% e -0,93%, respectivamente.

No acumulado do ano, todos os produtos pesquisados mostraram aumento de preços, variando de 6,08% em Goiás a 3,02% no Acre. A ANR destaca que, apesar das diferenças regionais, a tendência de alta nos preços das refeições fora de casa continua, colocando esses custos acima do índice geral de inflação no país.

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