- A Abrasca, que representa mais de 450 companhias abertas no Brasil, iniciou uma mobilização para solicitar ajustes na reforma do imposto de renda.
- A ação inclui contatos diretos com parlamentares e a divulgação de estudos que criticam a proposta atual.
- A proposta prevê a introdução de um novo imposto sobre dividendos, o que, segundo a Abrasca, pode desestimular investimentos estrangeiros e provocar a fuga de capitais.
- A associação já enviou estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da PricewaterhouseCoopers (PWC) aos deputados, apresentando argumentos contrários ao projeto.
- A mobilização visa envolver a sociedade e pressionar os congressistas por mudanças significativas na reforma, que deve ser analisada ainda esta semana.
A Abrasca, que representa mais de 450 companhias abertas no Brasil, está mobilizando seus associados para pressionar por ajustes na reforma do imposto de renda. A ação, que começa nesta segunda-feira, envolve contatos diretos com parlamentares e a divulgação de estudos que criticam a proposta.
A proposta atual, segundo a Abrasca, introduz um novo imposto sobre dividendos, o que poderia desestimular investimentos produtivos estrangeiros e levar à fuga de capitais. A associação enfatiza que é crucial demonstrar aos parlamentares que existem alternativas, como o combate ao desperdício, para melhorar a arrecadação.
Com a urgência da votação acelerando a tramitação da reforma, a Abrasca já enviou estudos da FGV e da PWC aos deputados, apresentando argumentos contrários ao projeto. A expectativa é que a análise do mérito ocorra ainda esta semana. A associação defende que a tributação deve se concentrar na pessoa física e que mudanças no IRPJ devem ser feitas com responsabilidade.
A mobilização inclui também a presença ativa das empresas nos gabinetes e nas lideranças partidárias, buscando criar um movimento que envolva a sociedade e pressione os congressistas por mudanças significativas no texto da reforma.
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